quinta-feira, março 28, 2013

Quintas de Carcavelos em "Conversas à Tarde"

 No dia 11 de março teve lugar uma conversa/tertúlia sobre as quintas de Carcavelos. Para tal contámos com a presença do Professor Fernando Catarino, do Professor Valentim Almeida, do Professor A. Caldeira Cabral e de D. Filipe Folque de Mendóça.

Coube a Valentim Almeida fazer uma apresentação sobre as quatro quintas em destaque: Alagoa, Rana, Lameiro e Cartaxeira.


Segundo o Professor, a vila de Carcavelos chegou a ser sede de Concelho entre 1759 e 1764 e chegou a pertencer ao Concelho de Oeiras e só depois passou a ser definivamente uma freguesia do Concelho de Cascais. 
Originalmente, era uma localidade constituída por várias quintas que pertenciam a famílias abastadas da 
época. Foram estas famílias que, em estreita relação com a Igreja, deram o seu contributo no apoio à população pobre.

A Quinta da Alagoa, de Rana, do Lameiro e da Cartaxeira, eram todas elas grandes produtoras do Vinho de Carcavelos.


A Quinta d’Alagoa foi habitada por Jesuítas durante mais de cem anos. Atualmente grande parte da Quinta foi urbanizada, constituindo hoje uma extensa zona habitacional. Dispõe de um cuidado jardim, de um campo de ténis e um parque infantil, que fazem dela um local de lazer muito apreciado por todos. Como património arquitetónico, mantem parte da casa de habitação, adega, o “conventinho” e um miradouro. Esta quinta pertenceu à família Belmonte e foi lá que residiu durante anos, Frei Hermano da Câmara, com seus pais e irmãos. 

Rana mantém a casa principal que é ainda habitada por descendentes do último proprietário e tem, entre outras relíquias do passado, uma nora, um aqueduto que podem ser visitados, além de uma árvore especial: um dragoeiro. Parte da quinta foi vendida mas atualmente existe uma escola em construção, um parque infantil, uma explanada e um borboletário.

Lameiro também apresenta a residência antiga e, de entre todas as Quintas, esta era a que dispunha da maior adega. Este espaço passou mais tarde a celeiro, e, posteriormente, foi usado como espaço comercial de bilhas de gás. Existe atualmente um projeto urbanístico para esta Quinta, sem que se saiba ao certo o que trará esse projeto.

A Quinta da Cartaxeira teve grande importância, pois foi lá que surgiu a Casa de Trabalho para raparigas abandonadas, uma obra social que se expandiu a outras áreas. A Casa de Trabalho prolonga-se até aos nossos dias sendo agora um Jardim de Infância, cuja tutela é atualmente da Paróquia de Carcavelos. A casa, estilo chalet suíço, é residência de várias famílias.

Anabela Lima (voluntária)

terça-feira, março 26, 2013

Ágora de Março


O Ágora tem uma nova imagem! Clique na imagem para abrir ou vá a:


terça-feira, março 12, 2013

Mais de 2000 produtos conseguidos em Fevereiro


Em fevereiro Os 175 vizinhos com Alma conseguiram oferecer um total de 2155 produtos. Depois do arranque desta iniciativa em janeiro, com 1337 produtos oferecidos, em fevereiro conseguimos encher um pouco mais as prateleiras do Banco Alimentar do Centro. Para o mês de Março os produtos que mais falta nos fazem são: produtos de higiene (champô e gel de banho), atum (lata de 120 grs ou 385 grs), azeite, leguminosas (lata), salsichas, leite e açúcar. O nosso OBRIGADO a todos os que colaboram neste projecto e que desta forma ajudam as famílias que mais precisam na nossa comunidade. Juntos fazemos a diferença.

terça-feira, março 05, 2013

Conversas à Tarde - Quintas de Carcavelos



 Vai acontecer no dia 11 de março, 2ª feira, às 15h, no Centro Comunitário de Carcavelos, uma tertúlia sobre as quintas de Carcavelos. Alagoa, Cartaxeira, Lameiro e Rana, foram as quintas reservadas para esta conversa, que quer trazer a debate as vinhas e searas da região, as adegas e arribanas e a nobreza e carácter solidário dos que habitaram ou habitam as quintas. 
Esta tarefa será levada a cabo pelos oradores: professor Fernando Catarino, professor Valentim Almeida, professor A. Caldeira Cabral (com a Quinta do Lameiro) e D. Filipe Folque de Mendóça (Quinta de Rana). 
Não perca! Entrada Gratuita!

quinta-feira, fevereiro 14, 2013

Festa de Carnaval no Centro Comunitário



O Carnaval no Centro celebrou-se dia 11 de Fevereiro. O "Mar" foi o tema para o concurso de máscaras com mais adesão de sempre.

Os vencedores:

1º lugar: Aida Carvalho

2º lugar: Susana Casaleiro

3º lugar: Rosa Silva

Prémio Originalidade: Maria Salas

Veja o resto das fotos aqui.


segunda-feira, fevereiro 11, 2013

1337 produtos conseguidos em Janeiro



Fizemos a primeira avaliação do trabalho realizado durante o mês de janeiro no projecto “Vizinhos com Alma”. Conseguiu-se um total de 1337 produtos com a colaboração de 137 “Vizinhos com Alma”. De momento os géneros de que mais se necessita para satisfazer as nossas maiores faltas, e que devem, na medida do possível, merecer a vossa maior disponibilidade: AÇÚCAR, AZEITE, FARINHA, LEGUMINOSAS LT ou SECAS, LEITE e CEREAIS. O nosso OBRIGADO a todos os que colaboram neste projecto e que desta forma ajudam as famílias que mais precisam na nossa comunidade.


Precisamos de…

Para o funcionamento do Centro precisamos de um compressor 50Lt para facilitar o trabalho na oficina de restauro. Precisa-se também de detergente para máquina de lavar loiça e farinha Maizena.

segunda-feira, janeiro 28, 2013

VIZINHOS COM ALMA


Queridos Amigos, queridos “Vizinhos com Alma”,

Como escreve o poeta, “cada vez que o homem sonha, o mundo pula e avança”...
Pois é, nesse sentido e com essa certeza e convicção que vos dirijo a todos estas palavras; porque acredito que o nosso mundo, a nossa sociedade, pode girar, pular, transformar-se, avançar...
Porque acredito que cada um de vós tem um coração gigante, porque acredito que a nenhum é indiferente a indignidade e a miséria, a pobreza e as angústias de cada outro, porque acredito que não temos de ser uma terra de gente anónima e massificada, nasce o projeto“VIZINHOS COM ALMA”.

Os “Vizinhos com Alma” são homens e mulheres, jovens e crianças, que não se conformam com as situações de carência e miséria mesmo a que estão vetados demasiadas pessoas como nós! São pessoas com um coração e uma boa vontade que, unidos, solidários, generosos, sonhadores, realistas, percebem, sentem e sabem que podem ajudar a “pular” e a “girar” esta realidade que nos envolve.
Os “Vizinhos com Alma” são corações que atentos às necessidades dos muitos que se cruzam connosco, precisam da nossa ajuda e da nossa solidariedade, da nossa generosidade e fraternidade.
Os “Vizinhos com Alma” são pessoas, como cada uma de vós, que apenas uma vez por mês é desafiada a partilhar géneros alimentares, produtos de higiene, artigos de bebé, para depois serem recolhidos e entregues e partilhados com todos aqueles que vivem situações de emergência social.
Os “Vizinhos com Alma” são gente simples que acredita que pode ter uma “palavra”, uma “acção” a dizer e a fazer neste momento da História, na partilha de bens que se tornam depois verdadeiro tesouro a quem deles beneficiar.
Os “Vizinhos com Alma” são pessoas como eu, como tu, que na nossa humildade e na nossa generosidade partilhadas, conseguimos que outros, muitos outros, possam sentir-se acolhidos, ajudados, amados, nestas
fases de vida mais difícil em que de se encontram.
Uma vez por mês, um “Responsável de zona” receberá os bens doados de cada um dos “Vizinhos com Alma”; depois esses mesmos bens serão entregues ou recolhidos pelo nosso Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos que, com os seus responsáveis, os seus técnicos e voluntários os farão chegar a famílias, pessoas concretas que sabemos muito beneficiarão destes nossos gestos de partilha...
Não precisamos de dar “muito”; precisamos dar o que nos ditar o coração: muitas migalhas unidas transformam-se num enorme pão; assim será o projeto “VIZINHOS COM ALMA”. E quantos mais formos, quantos mais corações e boas vontades se unirem a esta causa, maior o“pão” conseguido, maior o número e a qualidade de ajuda prestada aos que mais precisam...
Os “Vizinhos com Alma” não têm de ter raça, cultura específica, credo religioso, convicção política definidas; têm somente que ter um coração que sente, um coração que pulsa, uma sensibilidade que entenda que a nossa sociedade, a nossa Comunidade, não está condenada à solidão, à fome, à miséria, ao anonimato, ao desespero, às lágrimas derramadas, escondidas, envergonhadas!
Os “Vizinhos com Alma” sou eu e és tu. Pessoas simples, mas ousadas na certeza de que, juntos, fazemos pular e girar este nosso mundo...
Organizado pelo Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos, este projeto não tem fronteiras, precisamente porque a caridade, a justiça, a fraternidade, não têm igualmente geografias determinadas...
Com cada um, com todos, podemos – e conseguiremos– fazer com que a realidade FOME seja banida desta nossa terra, seja realidade terrível e tremenda que não“acampa” nesta nossa terra de Carcavelos...
Vamos a isso? Dispostos a abrir o coração? Decididos a tornarmo-nos “Vizinhos com Alma”?
É “hoje”, é “agora”, que mudamos o mundo...


Pe. António Fernando Teixeira
Prior da Paróquia de Carcavelos


PRODUTOS NECESSÁRIOS:

Géneros alimentares
Produtos de higiene
Produtos de limpeza
Fraldas
Papas para bebés
Enlatados
Leite
Leguminosas
Azeite
Óleo
Carne
Atum
Salsichas

quinta-feira, janeiro 24, 2013

Vizinhos com Alma



"Vizinhos com Alma", o novo projeto do Centro Comunitário, foi criado em dezembro com o objetivo de impulsionar o espírito de solidariedade dos vizinhos do Centro. Em janeiro os participante do projeto reuniram-se para fazer um balanço da iniciativa.


Em dezembro conseguiram-se 180 cabazes de alimentos e foram apoiadas cerca de 600 pessoas.

"Vizinhos com Alma"  leva a que pessoas do mesmo prédio, condomínio, bairro ou até com o mesmo de local de trabalho trabalhem em conjunto para conseguir produtos para o banco alimentar do Centro..


A acção social do Centro Comunitário pretende assim conseguir chegar a mais famílias, uma vez que o número de pedidos de ajuda tem aumentado exponencialmente desde o ano passado.


Cada prédio ou condomínio tem um responsável pela recolha dos alimentos e foram estes responsáveis que se reuniram para partilhar experiências e delinear estratégias.

Pode ser um vizinho com alma seja apenas doando produtos ou sendo um responsável de recolha. Increva-se no site do Centro Comunitário em: http://www.centrocomunitario.net/vizinhoscalma.html

terça-feira, janeiro 15, 2013

Lançamento do livro "Tenho-vos Escrito", do Pe. António Teixeira



O Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos mal teve capacidade para receber as mais de 300 pessoas que quiseram estar presentes no lançamento do livro do Pe. António Teixeira. “Tenho-vos Escrito” foi apresentado pelo professor Marcelo Rebelo de Sousa, e a obra compila as os textos do Blog do Pe. António.


O livro serve também de alavanca para um novo projeto do Centro Comunitário: DOMUS SPES – Casa de Esperança, uma residência para sem-abrigo que entrará em funcionamento já na próxima semana.


O evento contou também com a presença do ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares, com a presidente do Instituto de Segurança Social, Mariana Ribeiro Ferreira, com o presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, com a presidente da Junta de Freguesia de Carcavelos, Zilda Silva, entre muitos outros convidados e amigo do Pe. António Teixeira. 


Frederico Almeida, vereador da Habitação e Ação Social, da Câmara Municipal de Cascais, Mariana Ribeiro Ferreira, Carlos Carreiras e Pedro Mota Soares. 

 



 

segunda-feira, janeiro 07, 2013

As Janeiras no Centro Comunitário


Como manda a tradição, o Centro Comunitário ouviu cantar as Janeiras. Muito obrigado ao Grupo de Folclore do CCPC!






quinta-feira, dezembro 27, 2012

Dezembro no Centro Comunitário

Encontro de Voluntários a 5 de Dezembro, Dia Internacional do Voluntariado














Ateliê de decorações de Natal na Creche

 











Preparação dos cabazes de Natal para as famílias













 












Festa de Natal para as crianças apoiadas pelo Projeto Intervir

 






quinta-feira, novembro 22, 2012

terça-feira, novembro 13, 2012

Ana Sá Pessoa: De cliente a voluntária compradora


Começou por ajudar o Centro Comunitário de Carcavelos fazendo uma das coisas de que mais gosta: compras. Durante meses, Ana Sá Pessoa foi cliente assídua da Feira Stock Social, juntando o prazer das compras ao sentimento de estar a contribuir para ajudar quem mais precisa.
Mas o gosto que sempre teve por ajudar aproximou-a das voluntárias, a quem dava uma mãozinha sem vínculo formal. Pouco a pouco acabou por se tornar também ela voluntária do Centro.
Desde há um ano, é voluntária com cartão e está na loja Stock Social à segunda e à sexta-feira de manhã e na Feira Stock Social à terça-feira à tarde e à quarta de manhã.
Mas mesmo do lado de lá do balcão, não resiste a fazer as suas compras.
“Faço voluntariado e ao mesmo tempo sou uma compulsiva compradora”, diz Ana Sá Pessoa a rir. Admite que gasta cerca de 20 euros por semana na loja e na feira: “É um exagero, mas é outra maneira que tenho de ajudar”, afirma.
Ana reformou-se há dois anos, ao fim de 40 anos de trabalho na Função Pública. Com 57 anos, era chefe de repartição no Ministério da Saúde.
Passou pelo Hospital Egas Moniz, pelo São Francisco Xavier, pelo hospital de Torres Vedras e pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.
Quando se viu desocupada, decidiu dedicar-se àquilo que lhe dava prazer, incluindo fazer compras no CCPC.
Mas os primeiros meses de “liberdade” deram lugar a alguma tristeza com a falta de uma ocupação e foi então que decidiu dedicar-se ao voluntariado.
Hoje não tem dúvidas de que “está a ser muito positivo”, diz com um sorriso permanente.
Para Ana Sá Pessoa, esta ocupação tem duas vertentes: “A vertente em que ajudo a comunidade e a vertente em que me ajudo a mim”.
“É muito gratificante”.
Ana recorda que sempre teve o espírito voluntário: “Desde que me conheço que foi sempre ajudar os outros. No hospital tinha sempre maneira de ajudar, empreguei muita gente, ajudei muita gente”.
Hoje, o que mais gosta no CCPC é “o contacto com as pessoas”. Com os clientes, mas também com as colegas.
“A equipa é fabulosa, damo-nos todas muito bem. Não estamos aqui para fazer concorrência umas às outras, como quando estamos no trabalho. Aqui isso não existe”.
Admitindo que já fez muitas amigas no CCPC, Ana conta que até as colegas já se riem com a sua mania das compras: “As minhas colegas dizem: Para de comprar!”.
Mas Ana garante que não tenciona parar de aproveitar os preços “muito convidativos” da loja e da feira do CCPC.
Diz que compra roupa para ela, para a filha e para os netos, assim como artigos para a casa. E até compra coisas de que não precisa.
“Há uns dias apaixonei-me. Apareceu lá um cueiro que devia ter sido feito por uma avó. Bordadinho. Eu comprei, mesmo sem ter a quem dar. De vez em quando aparecem grávidas e eu dou”, recorda.
E entre risos acrescenta: “Às vezes digo que o Centro Comunitário ainda vai ser a causa do meu divórcio”.

Filipa Parreira (voluntária)

sexta-feira, novembro 02, 2012

Banco de Livros: Uma ideia que se transformou numa experiência de sucesso



 
A ideia partiu de um professor sem qualquer ligação prévia ao Centro Comunitário de Carcavelos, mas o Centro apoiou-a e o resultado foi um sucesso. Nas últimas semanas o Banco de Livros permitiu a troca de centenas de manuais escolares.
Tudo começou este verão, quando o professor Frederico Costa, soube, através da comunicação social, da existência de um movimento de troca de livros escolares.
“Sendo verão, e portanto férias e tempo livre, interessei-me pela ideia geral e procurei saber mais sobre o que estava a acontecer”, conta.
Ao constatar, com surpresa, que não existia qualquer Banco de Livros no concelho de Cascais, o docente decidiu agir: “Não existindo, passaria a existir”. 


Apesar de nunca ter tido qualquer relação com o CCPC, Frederico Costa sabia tratar-se de uma instituição “muito dinâmica, ativa e participativa em questões sociais” e pensou que seria a instituição ideal para colmatar as limitações que sentia a nível individual: falta de tempo e espaço, e dificuldades em transmitir credibilidade e em fazer a divulgação.
“São precisamente estas limitações que o CCPC pode facilmente contornar (…) Digamos que o CCPC tem um potencial enorme para fazer acontecer”, sublinha.
Dirigiu-se então ao Centro, que aderiu de imediato à ideia, disponibilizou o espaço e fez a divulgação, além de disponibilizar voluntários para a seleção e organização dos livros por ano escolar.
A partir daí, o processo ganhou vida. As pessoas começaram a trazer manuais escolares usados – é necessário que sejam dos últimos três anos e que estejam em bom estado – e a levar outros, sem ser preciso qualquer intervenção.
Para Frederico Costa, a iniciativa teve “uma adesão fantástica”, considerando que o banco de livros abriu na semana em que se iniciou o ano letivo, quando muitos pais já tinham comprado os livros.
Embora admita ser difícil estimar o número de livros trocados desde que abriu o banco de livros, por ser uma iniciativa “em ‘experiência’ e ‘manual’”, o professor arrisca dizer que terão sido “seguramente centenas”.


O sistema é simples: qualquer pessoa pode dirigir-se ao Banco de Livros procurar os manuais que procura e, se encontrar, pode levá-los sem qualquer encargo. Do mesmo modo, qualquer pessoa pode contribuir com os livros que tenha em casa e aos quais já não dê uso.
Os livros que não forem levados não serão desperdiçados. “A primeira hipótese” é dar os manuais a escolas que não tenham acesso a livros facilmente. “Existem associações que têm possibilidade de os enviar para países nos países africanos de língua portuguesa e estamos a trabalhar com eles para que isso aconteça”, conta Frederico Costa”.
“Alternativamente, poderemos sempre contactar com o Banco Alimentar e participar no projeto ‘Papel por Alimentos’”.
Satisfeito com os resultados deste ‘projeto piloto’, o autor da ideia garante que é uma iniciativa para repetir “e para melhorar” e admite ter “outras ideias que vão tomando forma e que promete apresentar ao CCPC.


Filipa Parreira (voluntária)