segunda-feira, fevereiro 11, 2013
1337 produtos conseguidos em Janeiro
Fizemos a primeira avaliação do trabalho realizado durante o mês de janeiro no projecto “Vizinhos com Alma”. Conseguiu-se um total de 1337 produtos com a colaboração de 137 “Vizinhos com Alma”. De momento os géneros de que mais se necessita para satisfazer as nossas maiores faltas, e que devem, na medida do possível, merecer a vossa maior disponibilidade: AÇÚCAR, AZEITE, FARINHA, LEGUMINOSAS LT ou SECAS, LEITE e CEREAIS. O nosso OBRIGADO a todos os que colaboram neste projecto e que desta forma ajudam as famílias que mais precisam na nossa comunidade.
Precisamos de…
Para o funcionamento do Centro precisamos de um compressor 50Lt para facilitar o trabalho na oficina de restauro. Precisa-se também de detergente para máquina de lavar loiça e farinha Maizena.
segunda-feira, janeiro 28, 2013
VIZINHOS COM ALMA
Queridos Amigos, queridos “Vizinhos com Alma”,
Como escreve o poeta, “cada vez que o homem sonha, o mundo pula e avança”...
Pois é, nesse sentido e com essa certeza e convicção que vos dirijo a todos estas palavras; porque acredito que o nosso mundo, a nossa sociedade, pode girar, pular, transformar-se, avançar...
Porque acredito que cada um de vós tem um coração gigante, porque acredito que a nenhum é indiferente a indignidade e a miséria, a pobreza e as angústias de cada outro, porque acredito que não temos de ser uma terra de gente anónima e massificada, nasce o projeto“VIZINHOS COM ALMA”.
Os “Vizinhos com Alma” são homens e mulheres, jovens e crianças, que não se conformam com as situações de carência e miséria mesmo a que estão vetados demasiadas pessoas como nós! São pessoas com um coração e uma boa vontade que, unidos, solidários, generosos, sonhadores, realistas, percebem, sentem e sabem que podem ajudar a “pular” e a “girar” esta realidade que nos envolve.
Os “Vizinhos com Alma” são corações que atentos às necessidades dos muitos que se cruzam connosco, precisam da nossa ajuda e da nossa solidariedade, da nossa generosidade e fraternidade.
Os “Vizinhos com Alma” são pessoas, como cada uma de vós, que apenas uma vez por mês é desafiada a partilhar géneros alimentares, produtos de higiene, artigos de bebé, para depois serem recolhidos e entregues e partilhados com todos aqueles que vivem situações de emergência social.
Os “Vizinhos com Alma” são gente simples que acredita que pode ter uma “palavra”, uma “acção” a dizer e a fazer neste momento da História, na partilha de bens que se tornam depois verdadeiro tesouro a quem deles beneficiar.
Os “Vizinhos com Alma” são pessoas como eu, como tu, que na nossa humildade e na nossa generosidade partilhadas, conseguimos que outros, muitos outros, possam sentir-se acolhidos, ajudados, amados, nestas
fases de vida mais difícil em que de se encontram.
Uma vez por mês, um “Responsável de zona” receberá os bens doados de cada um dos “Vizinhos com Alma”; depois esses mesmos bens serão entregues ou recolhidos pelo nosso Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos que, com os seus responsáveis, os seus técnicos e voluntários os farão chegar a famílias, pessoas concretas que sabemos muito beneficiarão destes nossos gestos de partilha...
Não precisamos de dar “muito”; precisamos dar o que nos ditar o coração: muitas migalhas unidas transformam-se num enorme pão; assim será o projeto “VIZINHOS COM ALMA”. E quantos mais formos, quantos mais corações e boas vontades se unirem a esta causa, maior o“pão” conseguido, maior o número e a qualidade de ajuda prestada aos que mais precisam...
Os “Vizinhos com Alma” não têm de ter raça, cultura específica, credo religioso, convicção política definidas; têm somente que ter um coração que sente, um coração que pulsa, uma sensibilidade que entenda que a nossa sociedade, a nossa Comunidade, não está condenada à solidão, à fome, à miséria, ao anonimato, ao desespero, às lágrimas derramadas, escondidas, envergonhadas!
Os “Vizinhos com Alma” sou eu e és tu. Pessoas simples, mas ousadas na certeza de que, juntos, fazemos pular e girar este nosso mundo...
Organizado pelo Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos, este projeto não tem fronteiras, precisamente porque a caridade, a justiça, a fraternidade, não têm igualmente geografias determinadas...
Com cada um, com todos, podemos – e conseguiremos– fazer com que a realidade FOME seja banida desta nossa terra, seja realidade terrível e tremenda que não“acampa” nesta nossa terra de Carcavelos...
Vamos a isso? Dispostos a abrir o coração? Decididos a tornarmo-nos “Vizinhos com Alma”?
É “hoje”, é “agora”, que mudamos o mundo...
Pe. António Fernando Teixeira
Prior da Paróquia de Carcavelos
PRODUTOS NECESSÁRIOS:
Géneros alimentares
Produtos de higiene
Produtos de limpeza
Fraldas
Papas para bebés
Enlatados
Leite
Leguminosas
Azeite
Óleo
Carne
Atum
Salsichas
Queridos Amigos, queridos “Vizinhos com Alma”,
Como escreve o poeta, “cada vez que o homem sonha, o mundo pula e avança”...
Pois é, nesse sentido e com essa certeza e convicção que vos dirijo a todos estas palavras; porque acredito que o nosso mundo, a nossa sociedade, pode girar, pular, transformar-se, avançar...
Porque acredito que cada um de vós tem um coração gigante, porque acredito que a nenhum é indiferente a indignidade e a miséria, a pobreza e as angústias de cada outro, porque acredito que não temos de ser uma terra de gente anónima e massificada, nasce o projeto“VIZINHOS COM ALMA”.
Os “Vizinhos com Alma” são homens e mulheres, jovens e crianças, que não se conformam com as situações de carência e miséria mesmo a que estão vetados demasiadas pessoas como nós! São pessoas com um coração e uma boa vontade que, unidos, solidários, generosos, sonhadores, realistas, percebem, sentem e sabem que podem ajudar a “pular” e a “girar” esta realidade que nos envolve.
Os “Vizinhos com Alma” são corações que atentos às necessidades dos muitos que se cruzam connosco, precisam da nossa ajuda e da nossa solidariedade, da nossa generosidade e fraternidade.
Os “Vizinhos com Alma” são pessoas, como cada uma de vós, que apenas uma vez por mês é desafiada a partilhar géneros alimentares, produtos de higiene, artigos de bebé, para depois serem recolhidos e entregues e partilhados com todos aqueles que vivem situações de emergência social.
Os “Vizinhos com Alma” são gente simples que acredita que pode ter uma “palavra”, uma “acção” a dizer e a fazer neste momento da História, na partilha de bens que se tornam depois verdadeiro tesouro a quem deles beneficiar.
Os “Vizinhos com Alma” são pessoas como eu, como tu, que na nossa humildade e na nossa generosidade partilhadas, conseguimos que outros, muitos outros, possam sentir-se acolhidos, ajudados, amados, nestas
fases de vida mais difícil em que de se encontram.
Uma vez por mês, um “Responsável de zona” receberá os bens doados de cada um dos “Vizinhos com Alma”; depois esses mesmos bens serão entregues ou recolhidos pelo nosso Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos que, com os seus responsáveis, os seus técnicos e voluntários os farão chegar a famílias, pessoas concretas que sabemos muito beneficiarão destes nossos gestos de partilha...
Não precisamos de dar “muito”; precisamos dar o que nos ditar o coração: muitas migalhas unidas transformam-se num enorme pão; assim será o projeto “VIZINHOS COM ALMA”. E quantos mais formos, quantos mais corações e boas vontades se unirem a esta causa, maior o“pão” conseguido, maior o número e a qualidade de ajuda prestada aos que mais precisam...
Os “Vizinhos com Alma” não têm de ter raça, cultura específica, credo religioso, convicção política definidas; têm somente que ter um coração que sente, um coração que pulsa, uma sensibilidade que entenda que a nossa sociedade, a nossa Comunidade, não está condenada à solidão, à fome, à miséria, ao anonimato, ao desespero, às lágrimas derramadas, escondidas, envergonhadas!
Os “Vizinhos com Alma” sou eu e és tu. Pessoas simples, mas ousadas na certeza de que, juntos, fazemos pular e girar este nosso mundo...
Organizado pelo Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos, este projeto não tem fronteiras, precisamente porque a caridade, a justiça, a fraternidade, não têm igualmente geografias determinadas...
Com cada um, com todos, podemos – e conseguiremos– fazer com que a realidade FOME seja banida desta nossa terra, seja realidade terrível e tremenda que não“acampa” nesta nossa terra de Carcavelos...
Vamos a isso? Dispostos a abrir o coração? Decididos a tornarmo-nos “Vizinhos com Alma”?
É “hoje”, é “agora”, que mudamos o mundo...
Pe. António Fernando Teixeira
Prior da Paróquia de Carcavelos
PRODUTOS NECESSÁRIOS:
Géneros alimentares
Produtos de higiene
Produtos de limpeza
Fraldas
Papas para bebés
Enlatados
Leite
Leguminosas
Azeite
Óleo
Carne
Atum
Salsichas
quinta-feira, janeiro 24, 2013
Vizinhos com Alma
"Vizinhos com Alma", o novo projeto do Centro Comunitário, foi criado em dezembro com o objetivo de impulsionar o espírito de solidariedade dos vizinhos do Centro. Em janeiro os participante do projeto reuniram-se para fazer um balanço da iniciativa.
Em dezembro conseguiram-se 180 cabazes de alimentos e foram apoiadas cerca de 600 pessoas.
"Vizinhos com Alma" leva a que pessoas do mesmo prédio, condomínio, bairro ou até com o mesmo de local de trabalho trabalhem em conjunto para conseguir produtos para o banco alimentar do Centro..
A acção social do Centro Comunitário pretende assim conseguir chegar a mais famílias, uma vez que o número de pedidos de ajuda tem aumentado exponencialmente desde o ano passado.
Cada prédio ou condomínio tem um responsável pela recolha dos alimentos e foram estes responsáveis que se reuniram para partilhar experiências e delinear estratégias.
Pode ser um vizinho com alma seja apenas doando produtos ou sendo um responsável de recolha. Increva-se no site do Centro Comunitário em: http://www.centrocomunitario.net/vizinhoscalma.html
terça-feira, janeiro 15, 2013
Lançamento do livro "Tenho-vos Escrito", do Pe. António Teixeira
O Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos mal teve capacidade para receber as mais de 300 pessoas que quiseram estar presentes no lançamento do livro do Pe. António Teixeira. “Tenho-vos Escrito” foi apresentado pelo professor Marcelo Rebelo de Sousa, e a obra compila as os textos do Blog do Pe. António.
O livro serve também de alavanca para um novo projeto do Centro Comunitário: DOMUS SPES – Casa de Esperança, uma residência para sem-abrigo que entrará em funcionamento já na próxima semana.
O evento contou também com a presença do ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares, com a presidente do Instituto de Segurança Social, Mariana Ribeiro Ferreira, com o presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, com a presidente da Junta de Freguesia de Carcavelos, Zilda Silva, entre muitos outros convidados e amigo do Pe. António Teixeira.
Frederico Almeida, vereador da Habitação e Ação Social, da Câmara Municipal de Cascais, Mariana Ribeiro Ferreira, Carlos Carreiras e Pedro Mota Soares.
segunda-feira, janeiro 07, 2013
As Janeiras no Centro Comunitário
Como manda a tradição, o Centro Comunitário ouviu cantar as Janeiras. Muito obrigado ao Grupo de Folclore do CCPC!
quinta-feira, dezembro 27, 2012
Dezembro no Centro Comunitário
terça-feira, dezembro 18, 2012
terça-feira, dezembro 11, 2012
terça-feira, dezembro 04, 2012
quinta-feira, novembro 22, 2012
terça-feira, novembro 13, 2012
Ana Sá Pessoa: De cliente a voluntária compradora
Começou por ajudar o Centro Comunitário de Carcavelos fazendo uma das coisas de que mais gosta: compras. Durante meses, Ana Sá Pessoa foi cliente assídua da Feira Stock Social, juntando o prazer das compras ao sentimento de estar a contribuir para ajudar quem mais precisa.
Mas o gosto que sempre teve por ajudar aproximou-a das voluntárias, a quem dava uma mãozinha sem vínculo formal. Pouco a pouco acabou por se tornar também ela voluntária do Centro.
Desde há um ano, é voluntária com cartão e está na loja Stock Social à segunda e à sexta-feira de manhã e na Feira Stock Social à terça-feira à tarde e à quarta de manhã.
Mas mesmo do lado de lá do balcão, não resiste a fazer as suas compras.
“Faço voluntariado e ao mesmo tempo sou uma compulsiva compradora”, diz Ana Sá Pessoa a rir. Admite que gasta cerca de 20 euros por semana na loja e na feira: “É um exagero, mas é outra maneira que tenho de ajudar”, afirma.
Ana reformou-se há dois anos, ao fim de 40 anos de trabalho na Função Pública. Com 57 anos, era chefe de repartição no Ministério da Saúde.
Passou pelo Hospital Egas Moniz, pelo São Francisco Xavier, pelo hospital de Torres Vedras e pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.
Quando se viu desocupada, decidiu dedicar-se àquilo que lhe dava prazer, incluindo fazer compras no CCPC.
Mas os primeiros meses de “liberdade” deram lugar a alguma tristeza com a falta de uma ocupação e foi então que decidiu dedicar-se ao voluntariado.
Hoje não tem dúvidas de que “está a ser muito positivo”, diz com um sorriso permanente.
Para Ana Sá Pessoa, esta ocupação tem duas vertentes: “A vertente em que ajudo a comunidade e a vertente em que me ajudo a mim”.
“É muito gratificante”.
Ana recorda que sempre teve o espírito voluntário: “Desde que me conheço que foi sempre ajudar os outros. No hospital tinha sempre maneira de ajudar, empreguei muita gente, ajudei muita gente”.
Hoje, o que mais gosta no CCPC é “o contacto com as pessoas”. Com os clientes, mas também com as colegas.
“A equipa é fabulosa, damo-nos todas muito bem. Não estamos aqui para fazer concorrência umas às outras, como quando estamos no trabalho. Aqui isso não existe”.
Admitindo que já fez muitas amigas no CCPC, Ana conta que até as colegas já se riem com a sua mania das compras: “As minhas colegas dizem: Para de comprar!”.
Mas Ana garante que não tenciona parar de aproveitar os preços “muito convidativos” da loja e da feira do CCPC.
Diz que compra roupa para ela, para a filha e para os netos, assim como artigos para a casa. E até compra coisas de que não precisa.
“Há uns dias apaixonei-me. Apareceu lá um cueiro que devia ter sido feito por uma avó. Bordadinho. Eu comprei, mesmo sem ter a quem dar. De vez em quando aparecem grávidas e eu dou”, recorda.
E entre risos acrescenta: “Às vezes digo que o Centro Comunitário ainda vai ser a causa do meu divórcio”.
Filipa Parreira (voluntária)
terça-feira, novembro 06, 2012
sexta-feira, novembro 02, 2012
Banco de Livros: Uma ideia que se transformou numa experiência de sucesso
A ideia partiu de um professor sem qualquer ligação
prévia ao Centro Comunitário de Carcavelos, mas o Centro apoiou-a e o resultado
foi um sucesso. Nas últimas semanas o Banco de Livros permitiu a troca de
centenas de manuais escolares.
Tudo começou este verão, quando o professor Frederico
Costa, soube, através da comunicação social, da existência de um movimento de
troca de livros escolares.
“Sendo verão, e portanto férias e tempo livre,
interessei-me pela ideia geral e procurei saber mais sobre o que estava a
acontecer”, conta.
Ao constatar, com surpresa, que não existia qualquer
Banco de Livros no concelho de Cascais, o docente decidiu agir: “Não existindo,
passaria a existir”.
Apesar de nunca ter tido qualquer relação com o CCPC,
Frederico Costa sabia tratar-se de uma instituição “muito dinâmica, ativa e
participativa em questões sociais” e pensou que seria a instituição ideal para
colmatar as limitações que sentia a nível individual: falta de tempo e espaço,
e dificuldades em transmitir credibilidade e em fazer a divulgação.
“São precisamente estas limitações que o CCPC pode
facilmente contornar (…) Digamos que o CCPC tem um potencial enorme para fazer
acontecer”, sublinha.
Dirigiu-se então ao Centro, que aderiu de imediato à
ideia, disponibilizou o espaço e fez a divulgação, além de disponibilizar
voluntários para a seleção e organização dos livros por ano escolar.
A partir daí, o processo ganhou vida. As pessoas
começaram a trazer manuais escolares usados – é necessário que sejam dos
últimos três anos e que estejam em bom estado – e a levar outros, sem ser
preciso qualquer intervenção.
Para Frederico Costa, a iniciativa teve “uma adesão
fantástica”, considerando que o banco de livros abriu na semana em que se
iniciou o ano letivo, quando muitos pais já tinham comprado os livros.
Embora admita ser difícil estimar o número de livros
trocados desde que abriu o banco de livros, por ser uma iniciativa “em
‘experiência’ e ‘manual’”, o professor arrisca dizer que terão sido
“seguramente centenas”.
O sistema é simples: qualquer pessoa pode dirigir-se ao
Banco de Livros procurar os manuais que procura e, se encontrar, pode levá-los
sem qualquer encargo. Do mesmo modo, qualquer pessoa pode contribuir com os
livros que tenha em casa e aos quais já não dê uso.
Os livros que não forem levados não serão desperdiçados.
“A primeira hipótese” é dar os manuais a escolas que não tenham acesso a livros
facilmente. “Existem associações que têm possibilidade de os enviar para países
nos países africanos de língua portuguesa e estamos a trabalhar com eles para
que isso aconteça”, conta Frederico Costa”.
“Alternativamente, poderemos sempre contactar com o Banco
Alimentar e participar no projeto ‘Papel por Alimentos’”.
Satisfeito com os resultados deste ‘projeto piloto’, o
autor da ideia garante que é uma iniciativa para repetir “e para melhorar” e
admite ter “outras ideias que vão tomando forma e que promete apresentar ao
CCPC.
Filipa Parreira (voluntária)
terça-feira, outubro 23, 2012
Abertura da Creche do Centro Comunitário
No dia 19 de Outubro o centro inaugurou oficialmente a creche que já funcionava desde o início do ano letivo. Na cerimónia de abertura marcou presença o Presidente da Direção do Centro Comunitário, o Pe. António Teixeira, o Presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras e a Presidente do Instituto de Segurança Social, Mariana Ribeiro Ferreira.

Depois de uma visita às instalações da creche do CCPC, Pe. António Teixeira congratulou todos os presentes por se ter conseguido “vencer esta etapa”, Salientando que “Sonhar é uma das atitudes mais nobres do nosso coração.”. Deixou também um agradecimento especial à Câmara Municipal de Cascais, “uma mão amiga insubstituível”.

Mariana Ferreira referiu que “os problemas das instituições [de solidariedade social] são também os problemas da Segurança Social e do Estado” e afirmou que a parceria entre estas “vai para além do financiamento. É baseada no diálogo para construir novas soluções para novos problemas”.

Finalmente Carlos Carreiras destacou o projeto da creche como um “exemplo dos desafios que temos enfrentado”, mostrando que não se inaugurava apenas uma creche, e sim “uma casa que se espera de afetos, de esperança e de sonhos”.
Depois de uma visita às instalações da creche do CCPC, Pe. António Teixeira congratulou todos os presentes por se ter conseguido “vencer esta etapa”, Salientando que “Sonhar é uma das atitudes mais nobres do nosso coração.”. Deixou também um agradecimento especial à Câmara Municipal de Cascais, “uma mão amiga insubstituível”.
Mariana Ferreira referiu que “os problemas das instituições [de solidariedade social] são também os problemas da Segurança Social e do Estado” e afirmou que a parceria entre estas “vai para além do financiamento. É baseada no diálogo para construir novas soluções para novos problemas”.
Finalmente Carlos Carreiras destacou o projeto da creche como um “exemplo dos desafios que temos enfrentado”, mostrando que não se inaugurava apenas uma creche, e sim “uma casa que se espera de afetos, de esperança e de sonhos”.
sexta-feira, outubro 12, 2012
terça-feira, outubro 02, 2012
Stock Social no Greenfest
O Centro
Comunitário da Paróquia de Carcavelos participou no Greenfest entre 26 e 30 de
setembro. Como um stand logo à entrada da Fiartil, o CCPC apresentou-se com o
projeto Stock Social, onde se promove o reaproveitar de tudo o que a Comunidade
nos dá. Desde brinquedos, pequenos bibelôs, muita roupa, e até um cantinho Vintage…
tudo a preços simbólicos, e desta forma contribuir para a sustentabilidade dos
projetos sociais do Centro.
O Greenfest é o maior evento de sustentabilidade do país e celebra o que de
melhor se faz nas vertentes económica, social e ambiental. Aconteceu no Centro
de Congressos do Estoril e um espaço mais informal na Fiartil (Feira de
Artesanato do Estoril).
quinta-feira, setembro 27, 2012
Já abriu a creche do CCPC!
Há duas semanas que o Centro Comunitário está diferente. Como diz a diretora técnica, “mudou a paisagem toda, inclusivamente os sons”.
É que a 10 de setembro abriu finalmente a nossa creche e as 50 crianças, dos 5 meses aos dois anos e meio, não deixam ninguém indiferente.
Os sorrisos, as gargalhadas, as brincadeiras e até o choro fazem as delícias de funcionários, voluntários e de quem passa pelo gradeamento do parque exterior sem resistir a meter conversa.
Para a coordenadora da creche, a voluntária Zulmira Penaforte Costa, têm sido semanas intensas. “É a adaptação do pessoal, das crianças e até do Centro Comunitário a uma nova valência”.
Mas ao fim de duas semanas não tem dúvidas de que está a correr muito bem: “Os meninos estão adaptados, mas sinto sobretudo que os pais estão felizes e sossegados”.
Filipa Parreira Bicho (Jornalista Voluntária)
É que a 10 de setembro abriu finalmente a nossa creche e as 50 crianças, dos 5 meses aos dois anos e meio, não deixam ninguém indiferente.
Os sorrisos, as gargalhadas, as brincadeiras e até o choro fazem as delícias de funcionários, voluntários e de quem passa pelo gradeamento do parque exterior sem resistir a meter conversa.
Para a coordenadora da creche, a voluntária Zulmira Penaforte Costa, têm sido semanas intensas. “É a adaptação do pessoal, das crianças e até do Centro Comunitário a uma nova valência”.
Mas ao fim de duas semanas não tem dúvidas de que está a correr muito bem: “Os meninos estão adaptados, mas sinto sobretudo que os pais estão felizes e sossegados”.
Filipa Parreira Bicho (Jornalista Voluntária)
terça-feira, setembro 18, 2012
quinta-feira, setembro 13, 2012
Venha fazer boas compras!
Em pleno agosto, mês de férias e da tradicional “desaceleração” do país, a Feira Stock Social rendeu ao Centro valores recorde. Fomos ver quem andava às compras e conversámos com a colaboradora Iolanda Aguiar.

Iolanda Aguiar
A feira já existe desde 2007 e começou por ser pontual. Apenas se realizava quando existiam excedentes dos produtos que a comunidade doava ao Centro Comunitário. Os excedentes foram crescendo e logo um ano depois a feira tornou-se mensal. Na altura chamava-se Feira do Vende Tudo. Posteriormente o Centro já tinha produtos para fazer feiras todas as semanas. O projeto foi eleito pelo IES (Instituto de Empreendedorismo Social) como ES+. Em 2011 abriu também uma loja Social e todo o projeto ganhou consistência e passou a chamar-se Stock Social.
Desde janeiro deste ano que Iolanda Aguiar, coordenada no terreno, conta com uma equipa de 36 voluntários. A Feira Stock Social realiza-se todas as 4as das 9h às 13h horas.
O que podemos comprar?
Roupa de senhora, de homem, criança, bebé, brinquedos, livros, eletrodomésticos, quadros, coisas para a casa... tudo o que a comunidade oferece.
Ao longo de toda a semana as pessoas podem entregar artigos usadas e em bom estado.
Depois é feita uma triagem de tudo o que chega. São vários os destinos destes produtos, consoante o estado em que se encontram das necessidades dos projetos do centro:
– Outras instituições
– Feira e Loja
– Funcionamento da instituição
A feira é anunciada no site, no facebook e com cartazes locais.
A faturação semanal é publicada no site para conhecimento da comunidade e é aplicada nos projetos socais do Centro, consoante as necessidades do momento.
Depois de conhecermos o projeto, fomos visitar as várias bancas da feira e falar com quem por lá anda ás compras. A todos colocamos as mesmas questões, foram elas:
Há quanto tempo vem a esta feira?
Qual a periodicidade com que vem?
O que costuma comprar?
Quanto costuma gastar?
Sabe para onde reverte o dinheiro da feira?

Cristina tem 40 anos, mora em Queluz e vem à nossa feira desde há dois meses. Soube pelas reportagens que já foram feitas sobre a feira na televisão. Costuma comprar produtos para a casa e gasta uma média de 7€ por semana. Não sabia para quem revertia o dinheiro da feira, mas ficou satisfeita por saber.
Lina tem 33 anos e vive em S. Domingos de Rana. Soube da feira há um mês através de amigo. Não tem vindo todas as semanas, mas quando vem gasta uma média de 10€ a 15€.
Maria Rodrigues vive em Carcavelos e tem 83 anos. Conhece a feira desde sempre e vem todas as semanas. O que mais compra são brinquedos e roupas e gasta entre 4€ a 6€. Como frequentadora assídua sabe que o dinheiro da feira reverte para as várias obras do Centro.
Graça Moura, de 52 anos, veio da Parede. Sabe da nossa feira há 2 anos e visita-nos sempre que pode. Soube através da mãe, que tem amigos voluntários no centro. Sempre que vem às compras na nossa feira gasta cerca de 10€.

Paula César, com 37 anos, mora em Carcavelos. Esta é a segunda vez que vem à feira e compra de tudo um pouco, gastando uma média de 20€. Soube da nossa feira por uma amiga.
Maria Bertrand veio da parede e tem 16 anos. Soube da feira pela sua mãe, há 7 meses, e esta é a 4ª vez que nos visita. Roupas, malas, sapatos e livros é o que costuma comprar, gastando entre 5€ a 7€.
Isabel Ferreira tem 49 anos e vive em S. Domingos de Rana. Conhece esta iniciativa desde o início. Vem 1 vez por mês e gasta entre 5 a 10€ em brinquedos, roupas e sapatos para criança.
Rita Castro, com 46 anos, veio do Murtal. Desde que soube da feira, que foi à cerca de 1 mês, vem todas as semanas. Soube da feira na Loja Stock Social e gasta 20€ em roupas para criança e brinquedos.
O Mamadu Rodrigues tem 63 anos e vive em Trajouce. Esta era a primeira vez que vinha à nossa feira e soube através do Centro. Como ainda andava a visitar a feira e a escolher o que comprar não soubemos quanto gastou.
O Eduardo Silveira de Talaíde tem 51 anos e sabe da nossa feira desde o início. Vem 2 vezes por mês e gasta entre 2€ a 4€ em roupa e livros.
A Família Barata mora em Oeiras e sabe da nossa feira há 4 anos. Vistam-nos 1 vez por mês e compram roupa, livros e brinquedos. Gastam uma média de 40€ por feira e souberam da mesma através do site.
A Isabel Ferreira, com 53 anos, mora em Oeiras e é a primeira vez que vem à nossa feira. Soube da sua existência através de uma amiga.
A Beatriz Gorjão Henriques e o seu marido são frequentadores assíduos da nossa feira. Moram em Carcavelos e visitam também a nossa Loja. Vêm todas as semanas e gastam uma média de 12,50€ por feira.
A Ana Marques tem 38 anos e vive em Oeiras. Soube da feira através da irmã que trabalho no Centro e vem regularmente à feira. O que mais compra são roupas para bebe e gasta uma média de 7,50€.

No final da reportagem, nem eu resisti e comprei dois vestidos de Verão Sabem quanto gastei?
2€.
Não perca tempo e venha conhecer a Feira Stock Social. Vai ficar satisfeito, tanto por comprar coisas a preço simbólico, como por saber que esse dinheiro reverte para projetos do Centro Comunitário.
Já sabe: todas as 4as feiras das 9h às 13h30.
Esperamos por si e boas compras!
Maria Rodrigues (voluntária)
Iolanda Aguiar
A feira já existe desde 2007 e começou por ser pontual. Apenas se realizava quando existiam excedentes dos produtos que a comunidade doava ao Centro Comunitário. Os excedentes foram crescendo e logo um ano depois a feira tornou-se mensal. Na altura chamava-se Feira do Vende Tudo. Posteriormente o Centro já tinha produtos para fazer feiras todas as semanas. O projeto foi eleito pelo IES (Instituto de Empreendedorismo Social) como ES+. Em 2011 abriu também uma loja Social e todo o projeto ganhou consistência e passou a chamar-se Stock Social.
Desde janeiro deste ano que Iolanda Aguiar, coordenada no terreno, conta com uma equipa de 36 voluntários. A Feira Stock Social realiza-se todas as 4as das 9h às 13h horas.
O que podemos comprar?
Roupa de senhora, de homem, criança, bebé, brinquedos, livros, eletrodomésticos, quadros, coisas para a casa... tudo o que a comunidade oferece.
Ao longo de toda a semana as pessoas podem entregar artigos usadas e em bom estado.
Depois é feita uma triagem de tudo o que chega. São vários os destinos destes produtos, consoante o estado em que se encontram das necessidades dos projetos do centro:
– Outras instituições
– Feira e Loja
– Funcionamento da instituição
A feira é anunciada no site, no facebook e com cartazes locais.
A faturação semanal é publicada no site para conhecimento da comunidade e é aplicada nos projetos socais do Centro, consoante as necessidades do momento.
Depois de conhecermos o projeto, fomos visitar as várias bancas da feira e falar com quem por lá anda ás compras. A todos colocamos as mesmas questões, foram elas:
Há quanto tempo vem a esta feira?
Qual a periodicidade com que vem?
O que costuma comprar?
Quanto costuma gastar?
Sabe para onde reverte o dinheiro da feira?
Cristina tem 40 anos, mora em Queluz e vem à nossa feira desde há dois meses. Soube pelas reportagens que já foram feitas sobre a feira na televisão. Costuma comprar produtos para a casa e gasta uma média de 7€ por semana. Não sabia para quem revertia o dinheiro da feira, mas ficou satisfeita por saber.
Lina tem 33 anos e vive em S. Domingos de Rana. Soube da feira há um mês através de amigo. Não tem vindo todas as semanas, mas quando vem gasta uma média de 10€ a 15€.
Maria Rodrigues vive em Carcavelos e tem 83 anos. Conhece a feira desde sempre e vem todas as semanas. O que mais compra são brinquedos e roupas e gasta entre 4€ a 6€. Como frequentadora assídua sabe que o dinheiro da feira reverte para as várias obras do Centro.
Graça Moura, de 52 anos, veio da Parede. Sabe da nossa feira há 2 anos e visita-nos sempre que pode. Soube através da mãe, que tem amigos voluntários no centro. Sempre que vem às compras na nossa feira gasta cerca de 10€.
Paula César, com 37 anos, mora em Carcavelos. Esta é a segunda vez que vem à feira e compra de tudo um pouco, gastando uma média de 20€. Soube da nossa feira por uma amiga.
Maria Bertrand veio da parede e tem 16 anos. Soube da feira pela sua mãe, há 7 meses, e esta é a 4ª vez que nos visita. Roupas, malas, sapatos e livros é o que costuma comprar, gastando entre 5€ a 7€.
Isabel Ferreira tem 49 anos e vive em S. Domingos de Rana. Conhece esta iniciativa desde o início. Vem 1 vez por mês e gasta entre 5 a 10€ em brinquedos, roupas e sapatos para criança.
Rita Castro, com 46 anos, veio do Murtal. Desde que soube da feira, que foi à cerca de 1 mês, vem todas as semanas. Soube da feira na Loja Stock Social e gasta 20€ em roupas para criança e brinquedos.
O Mamadu Rodrigues tem 63 anos e vive em Trajouce. Esta era a primeira vez que vinha à nossa feira e soube através do Centro. Como ainda andava a visitar a feira e a escolher o que comprar não soubemos quanto gastou.
O Eduardo Silveira de Talaíde tem 51 anos e sabe da nossa feira desde o início. Vem 2 vezes por mês e gasta entre 2€ a 4€ em roupa e livros.
A Família Barata mora em Oeiras e sabe da nossa feira há 4 anos. Vistam-nos 1 vez por mês e compram roupa, livros e brinquedos. Gastam uma média de 40€ por feira e souberam da mesma através do site.
A Isabel Ferreira, com 53 anos, mora em Oeiras e é a primeira vez que vem à nossa feira. Soube da sua existência através de uma amiga.
A Beatriz Gorjão Henriques e o seu marido são frequentadores assíduos da nossa feira. Moram em Carcavelos e visitam também a nossa Loja. Vêm todas as semanas e gastam uma média de 12,50€ por feira.
A Ana Marques tem 38 anos e vive em Oeiras. Soube da feira através da irmã que trabalho no Centro e vem regularmente à feira. O que mais compra são roupas para bebe e gasta uma média de 7,50€.
No final da reportagem, nem eu resisti e comprei dois vestidos de Verão Sabem quanto gastei?
2€.
Não perca tempo e venha conhecer a Feira Stock Social. Vai ficar satisfeito, tanto por comprar coisas a preço simbólico, como por saber que esse dinheiro reverte para projetos do Centro Comunitário.
Já sabe: todas as 4as feiras das 9h às 13h30.
Esperamos por si e boas compras!
Maria Rodrigues (voluntária)
segunda-feira, setembro 03, 2012
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