terça-feira, janeiro 15, 2013

Lançamento do livro "Tenho-vos Escrito", do Pe. António Teixeira



O Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos mal teve capacidade para receber as mais de 300 pessoas que quiseram estar presentes no lançamento do livro do Pe. António Teixeira. “Tenho-vos Escrito” foi apresentado pelo professor Marcelo Rebelo de Sousa, e a obra compila as os textos do Blog do Pe. António.


O livro serve também de alavanca para um novo projeto do Centro Comunitário: DOMUS SPES – Casa de Esperança, uma residência para sem-abrigo que entrará em funcionamento já na próxima semana.


O evento contou também com a presença do ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares, com a presidente do Instituto de Segurança Social, Mariana Ribeiro Ferreira, com o presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, com a presidente da Junta de Freguesia de Carcavelos, Zilda Silva, entre muitos outros convidados e amigo do Pe. António Teixeira. 


Frederico Almeida, vereador da Habitação e Ação Social, da Câmara Municipal de Cascais, Mariana Ribeiro Ferreira, Carlos Carreiras e Pedro Mota Soares. 

 



 

segunda-feira, janeiro 07, 2013

As Janeiras no Centro Comunitário


Como manda a tradição, o Centro Comunitário ouviu cantar as Janeiras. Muito obrigado ao Grupo de Folclore do CCPC!






quinta-feira, dezembro 27, 2012

Dezembro no Centro Comunitário

Encontro de Voluntários a 5 de Dezembro, Dia Internacional do Voluntariado














Ateliê de decorações de Natal na Creche

 











Preparação dos cabazes de Natal para as famílias













 












Festa de Natal para as crianças apoiadas pelo Projeto Intervir

 






quinta-feira, novembro 22, 2012

terça-feira, novembro 13, 2012

Ana Sá Pessoa: De cliente a voluntária compradora


Começou por ajudar o Centro Comunitário de Carcavelos fazendo uma das coisas de que mais gosta: compras. Durante meses, Ana Sá Pessoa foi cliente assídua da Feira Stock Social, juntando o prazer das compras ao sentimento de estar a contribuir para ajudar quem mais precisa.
Mas o gosto que sempre teve por ajudar aproximou-a das voluntárias, a quem dava uma mãozinha sem vínculo formal. Pouco a pouco acabou por se tornar também ela voluntária do Centro.
Desde há um ano, é voluntária com cartão e está na loja Stock Social à segunda e à sexta-feira de manhã e na Feira Stock Social à terça-feira à tarde e à quarta de manhã.
Mas mesmo do lado de lá do balcão, não resiste a fazer as suas compras.
“Faço voluntariado e ao mesmo tempo sou uma compulsiva compradora”, diz Ana Sá Pessoa a rir. Admite que gasta cerca de 20 euros por semana na loja e na feira: “É um exagero, mas é outra maneira que tenho de ajudar”, afirma.
Ana reformou-se há dois anos, ao fim de 40 anos de trabalho na Função Pública. Com 57 anos, era chefe de repartição no Ministério da Saúde.
Passou pelo Hospital Egas Moniz, pelo São Francisco Xavier, pelo hospital de Torres Vedras e pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.
Quando se viu desocupada, decidiu dedicar-se àquilo que lhe dava prazer, incluindo fazer compras no CCPC.
Mas os primeiros meses de “liberdade” deram lugar a alguma tristeza com a falta de uma ocupação e foi então que decidiu dedicar-se ao voluntariado.
Hoje não tem dúvidas de que “está a ser muito positivo”, diz com um sorriso permanente.
Para Ana Sá Pessoa, esta ocupação tem duas vertentes: “A vertente em que ajudo a comunidade e a vertente em que me ajudo a mim”.
“É muito gratificante”.
Ana recorda que sempre teve o espírito voluntário: “Desde que me conheço que foi sempre ajudar os outros. No hospital tinha sempre maneira de ajudar, empreguei muita gente, ajudei muita gente”.
Hoje, o que mais gosta no CCPC é “o contacto com as pessoas”. Com os clientes, mas também com as colegas.
“A equipa é fabulosa, damo-nos todas muito bem. Não estamos aqui para fazer concorrência umas às outras, como quando estamos no trabalho. Aqui isso não existe”.
Admitindo que já fez muitas amigas no CCPC, Ana conta que até as colegas já se riem com a sua mania das compras: “As minhas colegas dizem: Para de comprar!”.
Mas Ana garante que não tenciona parar de aproveitar os preços “muito convidativos” da loja e da feira do CCPC.
Diz que compra roupa para ela, para a filha e para os netos, assim como artigos para a casa. E até compra coisas de que não precisa.
“Há uns dias apaixonei-me. Apareceu lá um cueiro que devia ter sido feito por uma avó. Bordadinho. Eu comprei, mesmo sem ter a quem dar. De vez em quando aparecem grávidas e eu dou”, recorda.
E entre risos acrescenta: “Às vezes digo que o Centro Comunitário ainda vai ser a causa do meu divórcio”.

Filipa Parreira (voluntária)

sexta-feira, novembro 02, 2012

Banco de Livros: Uma ideia que se transformou numa experiência de sucesso



 
A ideia partiu de um professor sem qualquer ligação prévia ao Centro Comunitário de Carcavelos, mas o Centro apoiou-a e o resultado foi um sucesso. Nas últimas semanas o Banco de Livros permitiu a troca de centenas de manuais escolares.
Tudo começou este verão, quando o professor Frederico Costa, soube, através da comunicação social, da existência de um movimento de troca de livros escolares.
“Sendo verão, e portanto férias e tempo livre, interessei-me pela ideia geral e procurei saber mais sobre o que estava a acontecer”, conta.
Ao constatar, com surpresa, que não existia qualquer Banco de Livros no concelho de Cascais, o docente decidiu agir: “Não existindo, passaria a existir”. 


Apesar de nunca ter tido qualquer relação com o CCPC, Frederico Costa sabia tratar-se de uma instituição “muito dinâmica, ativa e participativa em questões sociais” e pensou que seria a instituição ideal para colmatar as limitações que sentia a nível individual: falta de tempo e espaço, e dificuldades em transmitir credibilidade e em fazer a divulgação.
“São precisamente estas limitações que o CCPC pode facilmente contornar (…) Digamos que o CCPC tem um potencial enorme para fazer acontecer”, sublinha.
Dirigiu-se então ao Centro, que aderiu de imediato à ideia, disponibilizou o espaço e fez a divulgação, além de disponibilizar voluntários para a seleção e organização dos livros por ano escolar.
A partir daí, o processo ganhou vida. As pessoas começaram a trazer manuais escolares usados – é necessário que sejam dos últimos três anos e que estejam em bom estado – e a levar outros, sem ser preciso qualquer intervenção.
Para Frederico Costa, a iniciativa teve “uma adesão fantástica”, considerando que o banco de livros abriu na semana em que se iniciou o ano letivo, quando muitos pais já tinham comprado os livros.
Embora admita ser difícil estimar o número de livros trocados desde que abriu o banco de livros, por ser uma iniciativa “em ‘experiência’ e ‘manual’”, o professor arrisca dizer que terão sido “seguramente centenas”.


O sistema é simples: qualquer pessoa pode dirigir-se ao Banco de Livros procurar os manuais que procura e, se encontrar, pode levá-los sem qualquer encargo. Do mesmo modo, qualquer pessoa pode contribuir com os livros que tenha em casa e aos quais já não dê uso.
Os livros que não forem levados não serão desperdiçados. “A primeira hipótese” é dar os manuais a escolas que não tenham acesso a livros facilmente. “Existem associações que têm possibilidade de os enviar para países nos países africanos de língua portuguesa e estamos a trabalhar com eles para que isso aconteça”, conta Frederico Costa”.
“Alternativamente, poderemos sempre contactar com o Banco Alimentar e participar no projeto ‘Papel por Alimentos’”.
Satisfeito com os resultados deste ‘projeto piloto’, o autor da ideia garante que é uma iniciativa para repetir “e para melhorar” e admite ter “outras ideias que vão tomando forma e que promete apresentar ao CCPC.


Filipa Parreira (voluntária)

terça-feira, outubro 23, 2012

Abertura da Creche do Centro Comunitário

No dia 19 de Outubro o centro inaugurou oficialmente a creche que já funcionava desde o início do ano letivo. Na cerimónia de abertura marcou presença o Presidente da Direção do Centro Comunitário, o Pe. António Teixeira, o Presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras e a Presidente do Instituto de Segurança Social, Mariana Ribeiro Ferreira.














Depois de uma visita às instalações da creche do CCPC, Pe. António Teixeira congratulou todos os presentes por se ter conseguido “vencer esta etapa”, Salientando que “Sonhar é uma das atitudes mais nobres do nosso coração.”. Deixou também um agradecimento especial à Câmara Municipal de Cascais, “uma mão amiga insubstituível”.














Mariana Ferreira referiu que “os problemas das instituições [de solidariedade social] são também os problemas da Segurança Social e do Estado” e afirmou que a parceria entre estas “vai para além do financiamento. É baseada no diálogo para construir novas soluções para novos problemas”.














Finalmente Carlos Carreiras destacou o projeto da creche como um “exemplo dos desafios que temos enfrentado”, mostrando que não se inaugurava apenas uma creche, e sim “uma casa que se espera de afetos, de esperança e de sonhos”.

terça-feira, outubro 02, 2012

Stock Social no Greenfest



 


O Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos participou no Greenfest entre 26 e 30 de setembro. Como um stand logo à entrada da Fiartil, o CCPC apresentou-se com o projeto Stock Social, onde se promove o reaproveitar de tudo o que a Comunidade nos dá. Desde brinquedos, pequenos bibelôs, muita roupa, e até um cantinho Vintage… tudo a preços simbólicos, e desta forma contribuir para a sustentabilidade dos projetos sociais do Centro.



O Greenfest é o maior evento de sustentabilidade do país e celebra o que de melhor se faz nas vertentes económica, social e ambiental. Aconteceu no Centro de Congressos do Estoril e um espaço mais informal na Fiartil (Feira de Artesanato do Estoril).

quinta-feira, setembro 27, 2012

Já abriu a creche do CCPC!

Há duas semanas que o Centro Comunitário está diferente. Como diz a diretora técnica, “mudou a paisagem toda, inclusivamente os sons”.
É que a 10 de setembro abriu finalmente a nossa creche e as 50 crianças, dos 5 meses aos dois anos e meio, não deixam ninguém indiferente.
Os sorrisos, as gargalhadas, as brincadeiras e até o choro fazem as delícias de funcionários, voluntários e de quem passa pelo gradeamento do parque exterior sem resistir a meter conversa.
Para a coordenadora da creche, a voluntária Zulmira Penaforte Costa, têm sido semanas intensas. “É a adaptação do pessoal, das crianças e até do Centro Comunitário a uma nova valência”.
Mas ao fim de duas semanas não tem dúvidas de que está a correr muito bem: “Os meninos estão adaptados, mas sinto sobretudo que os pais estão felizes e sossegados”.






Filipa Parreira Bicho (Jornalista Voluntária)

terça-feira, setembro 18, 2012

quinta-feira, setembro 13, 2012

Venha fazer boas compras!

Em pleno agosto, mês de férias e da tradicional “desaceleração” do país, a Feira Stock Social rendeu ao Centro valores recorde. Fomos ver quem andava às compras e conversámos com a colaboradora Iolanda Aguiar.


















Iolanda Aguiar

A feira já existe desde 2007 e começou por ser pontual. Apenas se realizava quando existiam excedentes dos produtos que a comunidade doava ao Centro Comunitário. Os excedentes foram crescendo e logo um ano depois a feira tornou-se mensal. Na altura chamava-se Feira do Vende Tudo. Posteriormente o Centro já tinha produtos para fazer feiras todas as semanas. O projeto foi eleito pelo IES (Instituto de Empreendedorismo Social) como ES+. Em 2011 abriu também uma loja Social e todo o projeto ganhou consistência e passou a chamar-se Stock Social.

Desde janeiro deste ano que Iolanda Aguiar, coordenada no terreno, conta com uma equipa de 36 voluntários. A Feira Stock Social realiza-se todas as 4as das 9h às 13h horas.

O que podemos comprar?
Roupa de senhora, de homem, criança, bebé, brinquedos, livros, eletrodomésticos, quadros, coisas para a casa... tudo o que a comunidade oferece.

Ao longo de toda a semana as pessoas podem entregar artigos usadas e em bom estado.
Depois é feita uma triagem de tudo o que chega. São vários os destinos destes produtos, consoante o estado em que se encontram das necessidades dos projetos do centro:
– Outras instituições
– Feira e Loja
– Funcionamento da instituição

A feira é anunciada no site, no facebook e com cartazes locais.

A faturação semanal é publicada no site para conhecimento da comunidade e é aplicada nos projetos socais do Centro, consoante as necessidades do momento.

Depois de conhecermos o projeto, fomos visitar as várias bancas da feira e falar com quem por lá anda ás compras. A todos colocamos as mesmas questões, foram elas:

Há quanto tempo vem a esta feira?
Qual a periodicidade com que vem?
O que costuma comprar?
Quanto costuma gastar?
Sabe para onde reverte o dinheiro da feira?














Cristina tem 40 anos, mora em Queluz e vem à nossa feira desde há dois meses. Soube pelas reportagens que já foram feitas sobre a feira na televisão. Costuma comprar produtos para a casa e gasta uma média de 7€ por semana. Não sabia para quem revertia o dinheiro da feira, mas ficou satisfeita por saber.

Lina tem 33 anos e vive em S. Domingos de Rana. Soube da feira há um mês através de amigo. Não tem vindo todas as semanas, mas quando vem gasta uma média de 10€ a 15€.

Maria Rodrigues vive em Carcavelos e tem 83 anos. Conhece a feira desde sempre e vem todas as semanas. O que mais compra são brinquedos e roupas e gasta entre 4€ a 6€. Como frequentadora assídua sabe que o dinheiro da feira reverte para as várias obras do Centro.

Graça Moura, de 52 anos, veio da Parede. Sabe da nossa feira há 2 anos e visita-nos sempre que pode. Soube através da mãe, que tem amigos voluntários no centro. Sempre que vem às compras na nossa feira gasta cerca de 10€.















Paula César, com 37 anos, mora em Carcavelos. Esta é a segunda vez que vem à feira e compra de tudo um pouco, gastando uma média de 20€. Soube da nossa feira por uma amiga.

Maria Bertrand veio da parede e tem 16 anos. Soube da feira pela sua mãe, há 7 meses, e esta é a 4ª vez que nos visita. Roupas, malas, sapatos e livros é o que costuma comprar, gastando entre 5€ a 7€.

Isabel Ferreira tem 49 anos e vive em S. Domingos de Rana. Conhece esta iniciativa desde o início. Vem 1 vez por mês e gasta entre 5 a 10€ em brinquedos, roupas e sapatos para criança.


Rita Castro, com 46 anos, veio do Murtal. Desde que soube da feira, que foi à cerca de 1 mês, vem todas as semanas. Soube da feira na Loja Stock Social e gasta 20€ em roupas para criança e brinquedos.

O Mamadu Rodrigues tem 63 anos e vive em Trajouce. Esta era a primeira vez que vinha à nossa feira e soube através do Centro. Como ainda andava a visitar a feira e a escolher o que comprar não soubemos quanto gastou.


O Eduardo Silveira de Talaíde tem 51 anos e sabe da nossa feira desde o início. Vem 2 vezes por mês e gasta entre 2€ a 4€ em roupa e livros.

A Família Barata mora em Oeiras e sabe da nossa feira há 4 anos. Vistam-nos 1 vez por mês e compram roupa, livros e brinquedos. Gastam uma média de 40€ por feira e souberam da mesma através do site.


A Isabel Ferreira, com 53 anos, mora em Oeiras e é a primeira vez que vem à nossa feira. Soube da sua existência através de uma amiga.

A Beatriz Gorjão Henriques e o seu marido são frequentadores assíduos da nossa feira. Moram em Carcavelos e visitam também a nossa Loja. Vêm todas as semanas e gastam uma média de 12,50€ por feira.

A Ana Marques tem 38 anos e vive em Oeiras. Soube da feira através da irmã que trabalho no Centro e vem regularmente à feira. O que mais compra são roupas para bebe e gasta uma média de 7,50€.














No final da reportagem, nem eu resisti e comprei dois vestidos de Verão Sabem quanto gastei?
2€.

Não perca tempo e venha conhecer a Feira Stock Social. Vai ficar satisfeito, tanto por comprar coisas a preço simbólico, como por saber que esse dinheiro reverte para projetos do Centro Comunitário.

Já sabe: todas as 4as feiras das 9h às 13h30.

Esperamos por si e boas compras!

Maria Rodrigues (voluntária)

sexta-feira, agosto 17, 2012

Porta Aberta



Um pequeno video sobre as nossas atividades de verão com as crianças.
Edição e imagem de José Fialho

Centro Comunitário no programa Verão Total














Susana Martins (a coordenadora do Espaço Sénior do CCPC) foi convidada a participar no programa da RTP, "Verão Total," para explicar qual o papel do Centro em ano Europeu para o Envelhecimento Ativo.

Aqui fica para todos poderem ver:

http://www.rtp.pt/play/p913/e90221/verao-total-2012/251412


Centro Comunitário ganha prémio de Mérito Ambiental da Emac

O Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos obteve o primeiro lugar no concurso de Mérito Ambiental organizado pela Emac, a empresa municipal responsável pela gestão dos resíduos no Conselho de Cascais.















Entre outras iniciativas, através do projeto "Pegada Verde", foram colocados em todos os gabinetes caixotes de reciclagem de papel e embalagens, que são regularmente verificados.

No ano letivo que passou o CCPC foi a instituição que separou uma maior quantidade de material reciclado. Muitos parabéns ao Centro e a todos os que contribuem diariamente para a separação dos resíduos!