terça-feira, outubro 23, 2012

Abertura da Creche do Centro Comunitário

No dia 19 de Outubro o centro inaugurou oficialmente a creche que já funcionava desde o início do ano letivo. Na cerimónia de abertura marcou presença o Presidente da Direção do Centro Comunitário, o Pe. António Teixeira, o Presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras e a Presidente do Instituto de Segurança Social, Mariana Ribeiro Ferreira.














Depois de uma visita às instalações da creche do CCPC, Pe. António Teixeira congratulou todos os presentes por se ter conseguido “vencer esta etapa”, Salientando que “Sonhar é uma das atitudes mais nobres do nosso coração.”. Deixou também um agradecimento especial à Câmara Municipal de Cascais, “uma mão amiga insubstituível”.














Mariana Ferreira referiu que “os problemas das instituições [de solidariedade social] são também os problemas da Segurança Social e do Estado” e afirmou que a parceria entre estas “vai para além do financiamento. É baseada no diálogo para construir novas soluções para novos problemas”.














Finalmente Carlos Carreiras destacou o projeto da creche como um “exemplo dos desafios que temos enfrentado”, mostrando que não se inaugurava apenas uma creche, e sim “uma casa que se espera de afetos, de esperança e de sonhos”.

terça-feira, outubro 02, 2012

Stock Social no Greenfest



 


O Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos participou no Greenfest entre 26 e 30 de setembro. Como um stand logo à entrada da Fiartil, o CCPC apresentou-se com o projeto Stock Social, onde se promove o reaproveitar de tudo o que a Comunidade nos dá. Desde brinquedos, pequenos bibelôs, muita roupa, e até um cantinho Vintage… tudo a preços simbólicos, e desta forma contribuir para a sustentabilidade dos projetos sociais do Centro.



O Greenfest é o maior evento de sustentabilidade do país e celebra o que de melhor se faz nas vertentes económica, social e ambiental. Aconteceu no Centro de Congressos do Estoril e um espaço mais informal na Fiartil (Feira de Artesanato do Estoril).

quinta-feira, setembro 27, 2012

Já abriu a creche do CCPC!

Há duas semanas que o Centro Comunitário está diferente. Como diz a diretora técnica, “mudou a paisagem toda, inclusivamente os sons”.
É que a 10 de setembro abriu finalmente a nossa creche e as 50 crianças, dos 5 meses aos dois anos e meio, não deixam ninguém indiferente.
Os sorrisos, as gargalhadas, as brincadeiras e até o choro fazem as delícias de funcionários, voluntários e de quem passa pelo gradeamento do parque exterior sem resistir a meter conversa.
Para a coordenadora da creche, a voluntária Zulmira Penaforte Costa, têm sido semanas intensas. “É a adaptação do pessoal, das crianças e até do Centro Comunitário a uma nova valência”.
Mas ao fim de duas semanas não tem dúvidas de que está a correr muito bem: “Os meninos estão adaptados, mas sinto sobretudo que os pais estão felizes e sossegados”.






Filipa Parreira Bicho (Jornalista Voluntária)

terça-feira, setembro 18, 2012

quinta-feira, setembro 13, 2012

Venha fazer boas compras!

Em pleno agosto, mês de férias e da tradicional “desaceleração” do país, a Feira Stock Social rendeu ao Centro valores recorde. Fomos ver quem andava às compras e conversámos com a colaboradora Iolanda Aguiar.


















Iolanda Aguiar

A feira já existe desde 2007 e começou por ser pontual. Apenas se realizava quando existiam excedentes dos produtos que a comunidade doava ao Centro Comunitário. Os excedentes foram crescendo e logo um ano depois a feira tornou-se mensal. Na altura chamava-se Feira do Vende Tudo. Posteriormente o Centro já tinha produtos para fazer feiras todas as semanas. O projeto foi eleito pelo IES (Instituto de Empreendedorismo Social) como ES+. Em 2011 abriu também uma loja Social e todo o projeto ganhou consistência e passou a chamar-se Stock Social.

Desde janeiro deste ano que Iolanda Aguiar, coordenada no terreno, conta com uma equipa de 36 voluntários. A Feira Stock Social realiza-se todas as 4as das 9h às 13h horas.

O que podemos comprar?
Roupa de senhora, de homem, criança, bebé, brinquedos, livros, eletrodomésticos, quadros, coisas para a casa... tudo o que a comunidade oferece.

Ao longo de toda a semana as pessoas podem entregar artigos usadas e em bom estado.
Depois é feita uma triagem de tudo o que chega. São vários os destinos destes produtos, consoante o estado em que se encontram das necessidades dos projetos do centro:
– Outras instituições
– Feira e Loja
– Funcionamento da instituição

A feira é anunciada no site, no facebook e com cartazes locais.

A faturação semanal é publicada no site para conhecimento da comunidade e é aplicada nos projetos socais do Centro, consoante as necessidades do momento.

Depois de conhecermos o projeto, fomos visitar as várias bancas da feira e falar com quem por lá anda ás compras. A todos colocamos as mesmas questões, foram elas:

Há quanto tempo vem a esta feira?
Qual a periodicidade com que vem?
O que costuma comprar?
Quanto costuma gastar?
Sabe para onde reverte o dinheiro da feira?














Cristina tem 40 anos, mora em Queluz e vem à nossa feira desde há dois meses. Soube pelas reportagens que já foram feitas sobre a feira na televisão. Costuma comprar produtos para a casa e gasta uma média de 7€ por semana. Não sabia para quem revertia o dinheiro da feira, mas ficou satisfeita por saber.

Lina tem 33 anos e vive em S. Domingos de Rana. Soube da feira há um mês através de amigo. Não tem vindo todas as semanas, mas quando vem gasta uma média de 10€ a 15€.

Maria Rodrigues vive em Carcavelos e tem 83 anos. Conhece a feira desde sempre e vem todas as semanas. O que mais compra são brinquedos e roupas e gasta entre 4€ a 6€. Como frequentadora assídua sabe que o dinheiro da feira reverte para as várias obras do Centro.

Graça Moura, de 52 anos, veio da Parede. Sabe da nossa feira há 2 anos e visita-nos sempre que pode. Soube através da mãe, que tem amigos voluntários no centro. Sempre que vem às compras na nossa feira gasta cerca de 10€.















Paula César, com 37 anos, mora em Carcavelos. Esta é a segunda vez que vem à feira e compra de tudo um pouco, gastando uma média de 20€. Soube da nossa feira por uma amiga.

Maria Bertrand veio da parede e tem 16 anos. Soube da feira pela sua mãe, há 7 meses, e esta é a 4ª vez que nos visita. Roupas, malas, sapatos e livros é o que costuma comprar, gastando entre 5€ a 7€.

Isabel Ferreira tem 49 anos e vive em S. Domingos de Rana. Conhece esta iniciativa desde o início. Vem 1 vez por mês e gasta entre 5 a 10€ em brinquedos, roupas e sapatos para criança.


Rita Castro, com 46 anos, veio do Murtal. Desde que soube da feira, que foi à cerca de 1 mês, vem todas as semanas. Soube da feira na Loja Stock Social e gasta 20€ em roupas para criança e brinquedos.

O Mamadu Rodrigues tem 63 anos e vive em Trajouce. Esta era a primeira vez que vinha à nossa feira e soube através do Centro. Como ainda andava a visitar a feira e a escolher o que comprar não soubemos quanto gastou.


O Eduardo Silveira de Talaíde tem 51 anos e sabe da nossa feira desde o início. Vem 2 vezes por mês e gasta entre 2€ a 4€ em roupa e livros.

A Família Barata mora em Oeiras e sabe da nossa feira há 4 anos. Vistam-nos 1 vez por mês e compram roupa, livros e brinquedos. Gastam uma média de 40€ por feira e souberam da mesma através do site.


A Isabel Ferreira, com 53 anos, mora em Oeiras e é a primeira vez que vem à nossa feira. Soube da sua existência através de uma amiga.

A Beatriz Gorjão Henriques e o seu marido são frequentadores assíduos da nossa feira. Moram em Carcavelos e visitam também a nossa Loja. Vêm todas as semanas e gastam uma média de 12,50€ por feira.

A Ana Marques tem 38 anos e vive em Oeiras. Soube da feira através da irmã que trabalho no Centro e vem regularmente à feira. O que mais compra são roupas para bebe e gasta uma média de 7,50€.














No final da reportagem, nem eu resisti e comprei dois vestidos de Verão Sabem quanto gastei?
2€.

Não perca tempo e venha conhecer a Feira Stock Social. Vai ficar satisfeito, tanto por comprar coisas a preço simbólico, como por saber que esse dinheiro reverte para projetos do Centro Comunitário.

Já sabe: todas as 4as feiras das 9h às 13h30.

Esperamos por si e boas compras!

Maria Rodrigues (voluntária)

sexta-feira, agosto 17, 2012

Porta Aberta



Um pequeno video sobre as nossas atividades de verão com as crianças.
Edição e imagem de José Fialho

Centro Comunitário no programa Verão Total














Susana Martins (a coordenadora do Espaço Sénior do CCPC) foi convidada a participar no programa da RTP, "Verão Total," para explicar qual o papel do Centro em ano Europeu para o Envelhecimento Ativo.

Aqui fica para todos poderem ver:

http://www.rtp.pt/play/p913/e90221/verao-total-2012/251412


Centro Comunitário ganha prémio de Mérito Ambiental da Emac

O Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos obteve o primeiro lugar no concurso de Mérito Ambiental organizado pela Emac, a empresa municipal responsável pela gestão dos resíduos no Conselho de Cascais.















Entre outras iniciativas, através do projeto "Pegada Verde", foram colocados em todos os gabinetes caixotes de reciclagem de papel e embalagens, que são regularmente verificados.

No ano letivo que passou o CCPC foi a instituição que separou uma maior quantidade de material reciclado. Muitos parabéns ao Centro e a todos os que contribuem diariamente para a separação dos resíduos!

segunda-feira, agosto 13, 2012

Entre em cena no palco do Centro

Para conhecer mais um dos ateliês “artísticos” do Centro Comunitário – o Teatro – falámos com Natasha Marjanovic, a nossa formadora desde 2006.

















Natasha Marjanovic

Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos: Qual o número de alunos deste ateliê?
Natasha Marjanovic: O número máximo de alunos por grupo é de 15 e o mínimo é de 8. Mas, em média, temos por volta de 20 crianças e de 10 adultos.

CCPC: A que idades se destina?
NM: O curso para crianças é para idades compreendidas entre os 5 e os 15 anos, e dos adultos é dos 16 sem restrição de limite de idade.

CCPC: Ao longo do ano foram feitos quantos espetáculos?
NM: Fizemos uma apresentação no final do ano letivo aplicando todo o saber adquirido.

CCPC: Para além de aprenderem uma forma de se expressar corporal e verbalmente, o que mais pode o teatro desenvolver em termos de capacidades pessoais?
NM: No teatro as pessoas intervêm com o corpo, a palavra, a sua timidez, a sua sensibilidade, as suas recordações e os seus sonhos. Através do jogo dramático tomamos consciência dos nossos hábitos, conhecemos outras formas de reagir e de nos concentrarmos. Mais importante, aprendemos a contracenar com os outros, com os espaços...
A arte da representação ensina-nos técnicas de comunicação que podemos adquirir com tempo e treino: posição do corpo, colocação da voz, intensidade do olhar, a improvisação, a concentração e a respiração.
Por exemplo, de uma respiração errada começam vários outros problemas de comunicação e poucas pessoas têm consciência disso. Daí eu insistir em ensinar aos meus alunos a respirarem bem.

CCPC: Há quanto tempo dá estes ateliês?
NM: Estes ateliês foram desenvolvidos nos últimos 15 anos e no Centro Comunitário de Carcavelos desde o ano de 2006.

CCPC: Quais os dias e horários?
NM: As aulas são sempre às Terças-feiras das 18h40 às 19h40 para as crianças e para os adultos das 20h15 às 21h45.
Quando enchemos o grupo das 18:40 para crianças abrimos inscrições para um segundo grupo das 17:30 até 18:30. Temos tido sempre 2 grupos de crianças excetuando o último ano.

CCPC: Apenas o espetáculo do final do ano teve assistência? Qual a reação?
NM:Os espetáculos de fim de ano têm sempre muito público e é uma grande festa.
Recebemos muitos, mas mesmo, muitos elogios!

Ficam alguns registos fotográficos da festa do final de ano para ver o que anda a perder :)




















Natasha na apresentação de final de ano






















Cenário























Peça



Em setembro abrem novas inscrições e talvez seja altura de entrar em cena no palco do nosso Centro!

Texto: Maria Rodrigues (voluntária)
Fotos: Luísa Ventura

terça-feira, agosto 07, 2012

Ao som da guitarra

















Mais um dos ateliers dedicado às artes. Desta vez no mundo da música, e mais especificamente dedicado a um instrumento: a guitarra.

Depois da excelente atuação ao vivo no Arraial dos Santos Populares no Centro Comunitário, falámos com dois dos professores e dois dos alunos.

Pedro Pires é professor de guitarra há já 4 anos e diz que, embora as aulas estejam abertas dos 6 aos 67 anos, a média de idades é de 13, 14 anos.

















Pedro Pires

Outra das professoras, Tânia Ramalho, também já está no Centro como professora de guitarra há 3 anos. Ao longo do ano a turma de guitarra fez duas atuações ao vivo: no Natal e no Arraial.















Tânia Ramalho


O ÁGORA falou também com alguns alunos. Pedro Sá que já frequenta o ateliê há 10 anos e ao longo deste tempo teve 3 professores diferentes. Toca por amor à música, mas a sua profissão (técnico de som) também o faz manter-se nestas aulas, já não apenas pelas técnicas que aprende, mas pelo convívio e amizade que inevitavelmente vão nascendo.
As aulas de guitarra do Miguel Torres começaram há 4 anos e diz que ainda têm “muito para aprender em termos técnicos”, e que “o professor é espetacular”.















Em outubro recomeçam os ateliês do Centro. As aulas de guitarra são de 50 minutos e uma vez por semana.

Como não há idade para aprender seja o que for, pode inscrever-se já e dar-nos o prazer de ouvir o som da sua guitarra!

Texto: Maria Rodrigues
Fotos: Luísa Ventura

terça-feira, julho 31, 2012

Porta Aberta 2012














Eles dançaram sincronizados, fizeram teatro, simularam entrevistas televisivas e encenaram um concurso de talentos. Mas foi com um Hino à “Porta Aberta” que as dezenas de crianças que participaram no programa em julho se despediram dos monitores e animadores.

A festa foi na sexta-feira à tarde e a animação no novo auditório começava a ouvir-se bem antes de se entrar no edifício.












É que se não é fácil manter em silêncio cerca de 100 crianças dos 6 aos 12 anos, mais difícil se torna quando essas mesmas crianças estiveram juntas durante semanas num campo de férias do Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos.

“Fiquei amigo de toda a gente. Até dos monitores”, disse no final Pedro Aguiar, de 11 anos, que garantiu nunca ter tido “uma colónia de férias tão boa”.

Mas será que já esteve noutras? “Não é preciso fazer outras para saber que esta é a melhor!”.

A terminar a sua última experiência como participante no Porta Aberta por já ter 12 anos, a idade limite, Gonçalo teve dificuldade em exprimir o que sentia.

“Não há palavras para descrever” o programa em que participou ao longo dos seis anos possíveis, disse Gonçalo, garantindo que será monitor logo que possa.














Pedro e Gonçalo


A “Porta Aberta” é um programa que recebe crianças dos 6 aos 12 durante as férias, em julho e agosto, e pelo qual deverão passar este ano entre 250 e 300 participantes.














Inclui atividades desportivas - torneios de futebol, basquete ou badmington -, “momentos de festa” - gincanas ou jogos de água -, e ateliers de artes expressivas – artes plásticas, dança, percussão ou teatro.

Texto: Filipa Parreira
Fotos: CCPC e Luísa Ventura

terça-feira, julho 24, 2012

Artistas de corpo e alma



















Mais uma visita aos ateliês que decorrem no Centro durante o ano.
Este é frequentado por grandes artistas e a professora é a Manuela Vasconcelos.














O ateliê de pintura e artes decorativas acontece uma vez por semana.
Para além de se aprenderem técnicas de arte, há visitas para inspiração: CCB, Casa Paula Rêgo e Culturgest e ainda exposições dos trabalhos que são feitos ao longo do ano.

Mais uma atividade que para além de promover o convívio desenvolve capacidades de comunicação interpessoais, fazendo nascer o artista em cada um de nós.

Aqui ficam alguns dos testemunhos dos “artistas” do nosso Centro:

















Silvina dos Anjos tem 71 anos e frequenta este ateliê há 5. Tomou conhecimento pela Internet e veio ocupar o seu tempo livre uma vez reformada.














António Apolinário de 73 anos, entrou para o ateliê há 4 meses. Tomou conhecimento pelos amigos e veio, não apenas para ocupar o tempo livre, mas porque sempre gostou desta área artística.














David Galharós tem 61 anos e entrou em Novembro. Soube da existência do ateliê através de um familiar e já fazia pintura. Quis vir aprender técnicas mais específicas.














Gabriela Santos tem 58 anos, e frequenta o ateliê há 5. Tomou conhecimento pelo seu marido, que é voluntário no Centro e, para além de querer ocupar o seu tempo livre, teve vontade de experimentar coisas novas.


















Manuela Grilo tem 66 anos e está connosco há 3. Soube pela Internet, mas quis vir aperfeiçoar as técnicas que já sabia e aprender novas.


São boas razões para vir ao Centro Comunitário inscrever-se neste ou outro ateliê. Ao mesmo tempo ocupa o seu tempo livre, conhece outras pessoas e vê nascer o artista que há em si.
Vá ao nosso site e entre em contacto connosco! (www.centrocomunitario.net)

Texto: Maria Rodrigues
Fotos: Luísa Ventura e Maria Rodrigues

sexta-feira, julho 13, 2012

Ágora de Julho!

Todas as novidades do Centro Comunitário no Ágora de Julho!

ágora 172 Julho

segunda-feira, julho 09, 2012

Almoço de encerramento de atividades

Em jeito de encerramento das atividades no Centro neste ano letivo, os Seniores preparam um almoço partilhado no auditório do Centro Comunitário. O convite estendeu-se aos monitores e colaboradores do Centro também envolvidos no Canto Coral, na Informática, na Ginástica Geriátrica, no Folclore, no Teatro e a muitos outros que colaboram.














A ocasião tornou possível perceber como os seniores sentem estas atividades.

“Depois deste ano de atividades, ficou provado, mais uma vez, quão diferente é a maneira de estar dos seniores do nosso Centro em relação à grande maioria dos que frequentam outros centros.
Na realidade o Sénior do C.C.P. Carcavelos é um indivíduo, autónomo, com ideias próprias e que ajuda com frequência na elaboração das atividades que aqui são praticadas.
Porém não devemos esquecer que isso se deve às diretrizes do próprio Centro que vê no seu idoso, não um ser que é inativo e sem intervenção, mas sim uma pessoa que deve estar sempre pronta para as atividades, sejam elas de que natureza forem.
Por esta razão, os nossos agradecimentos ao Padre António, à nossa diretora, Drª. Conceição Fernando, à Drª. Susana Martins, bem como a toda a equipa de professores e monitores das respetivas atividades, que tão bem interpretam essas diretrizes.





















Fernando Silva


“Quando vim para as aulas de informática, sabia muito pouco de computadores. Depois de ter frequentado esta atividade sinto-me à vontade para, receber e enviar mensagens, fazer jogos e até navegar no “Facebook”. Quero agradecer ao Sr. Mário Torres a paciência que tem tido para nos transmitir estes conhecimentos”.














Susana Casaleiro


“Todos que me conhecem, ou quase todos, sabem que a primeira atividade em que entrei foi Coro, onde me mantenho desde 1990 (…). Também não é segredo que eu adoro cantar. Apesar de ter tido um problema recentemente que me privou de o fazer, é com um grande prazer e gosto que continuo a dar apoio a esta atividade, embora já passasse pela informática, inglês, e estou no teatro , folclore e ginástica. Na minha opinião o coro é bastante interessante. Quero agradecer ao maestro António Loureiro a disponibilidade e o carinho que tem tido para nos ensaiar. Um muito obrigado ao Centro Comunitário e a todos os que nele trabalham, por me terem proporcionado estes quase 22 anos de atividade.”














Aida Carvalho

segunda-feira, julho 02, 2012

Corpo são, mente jovem!















Cada vez vivemos mais tempo e há que o viver com qualidade e com saúde.
Este é o espírito de quem frequenta as aulas de Ginástica Geriátrica do Centro Comunitário.
Estas aulas começaram em 1983 e mantêm-se até hoje com um grupo vasto de utentes.

Falámos com o Professor Emanuel Pereira que nos salienta a importância do equilíbrio emocional que estas aulas proporcionam, bem como o respeito que existe entre os utentes, pois cada um tem o seu ritmo.















Acrescenta ainda que os dois maiores objetivos são potenciar as capacidades físicas e exercitar a atividade mental.

O bom ambiente sente-se com as músicas ritmadas, as coreografias animadas e as “pequenas” conversas que se vão tendo entre os vários exercícios.

Após a aula terminar, conversámos com alguns dos utentes, perguntando o nome, a idade, a data em que tinham começado a frequentar as aulas e o que é para eles vir ao nosso Centro duas vezes por semana.















Belmira Lima
82 anos
Começou a frequentar as aulas em Maio deste ano e diz que já se sente mais descontraída

Odete Brandão
70 anos
Começou a frequentar em Novembro de 2011, soube através de uma amiga e comenta que vir as estas aulas é :”Ótimo, ótimo, ótimo”, acrescentando, ainda, que a companhia é agradável e o professor um querido

Idalina Marcelo
71 anos
Vem às aulas desde Novembro de 2011 e diz-nos que as aulas lhe têm feito muito bem.

Maria Lurdes Martins
69 anos
Frequentadora já desde 2001 e para ela, as aulas são fantásticas.


Lídia Costa
73 anos
Acompanha as aulas desde Setembro de 2011
Entrou de bengala – neste momento só ainda a mantém, porque os passeios das ruas têm muitos buracos, mas já anda muito bem :)

Olímpia Serra
76 anos
Começou a vir em Maio deste ano
Soube das aulas pela Internet e diz-nos: “As aulas são muito boas, sinto-me muito melhor e gosto muito do professor e de todos”















Todos eles são exemplos a seguir...
Para continuar a ter uma mente jovem, só mesmo mantendo um corpo são!

Maria Rodrigues (jornalista voluntária)

quarta-feira, junho 27, 2012

Arraial volta ao Centro Comunitário









Ao fim de um interregno de três anos, o arraial do Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos voltou em grande este fim-de-semana.

O vento que arrefeceu as noites de sexta e sábado não impediu que cerca de 500 pessoas passassem pelo arraial, ajudando o Centro Comunitário em mais de 3.200 euros. O lucro total foi aliás idêntico ao das últimas edições do arraial, que decorreram ainda em tempo de vacas gordas e com noites muito mais amenas.









Nos últimos três anos, devido às obras no Centro, foi impossível realizar o arraial, mas desde que se soube que os contentores seriam retirados a tempo, a diretora técnica não teve dúvidas em recuperar a tradição.

O objetivo principal, disse Conceição Fernando no início do arraial, “é criar comunidade, é juntar as pessoas e fazer com que elas venham ao centro, conheçam as atividades e convivam umas com as outras”.

Mas admitiu que o evento tem também como objetivo angariar fundos para o Centro; “Se [as pessoas] gastarem dinheiro, melhor para nós”.

E, com cem frangos e dezenas de quilos de sardinhas, bifanas, caracóis, entremeadas e muitos doces, além de cervejas e cocktails de fruta, o que não faltou foi onde gastar dinheiro.












As rifas disponíveis nas barraquinhas do Espaço Sénior e do ABC, os móveis pintados pelos residentes da Casa Jubileu e as peças feitas pelos utentes do AJAC também deram uma ajuda.










O novo auditório foi o espaço eleito para realizar uma Feira Vintage e para expor as peças dos alunos dos ateliês de Pintura e Artes decorativas, de Corte e Costura e de Tapeçaria, realizadas ao longo do ano letivo.












A animar as duas noites estiveram os alunos dos ateliês de guitarra, o grupo coral do Centro, o grupo de folclore do Espaço Sénior, mas também artistas convidados como o grupo de danças cabo-verdianas Nos Tradiçom ou a Tuna Ibérica da Academia Sénior da CVP - Pólo de Cascais.












Texto: Filipa Parreira

Fotos: Luísa Lopes