terça-feira, abril 15, 2008

Violinos voltam a fazer festa no Centro


A tarde de Domingo foi presenteada com uma e outra gotas de chuva que se misturaram com as notas musicais dos violinos que voltaram a preencher o salão polivalente do Centro. O objectivo? Mostrar aos mais pequenos que os CD's e o MP3's não são a única forma de fazer música.


A ansiedade e as expectativas eram muitas antes da aula.


A violinista Rita Mendes foi a formadora responsável por esta iniciativa. Logo no início fez questão de avisar os "papás" presentes que não poderiam existir interferências no decorrer do Atelier.


Depois de dados os avisos às "mães-galinha", a aula pode finalmente começar. Os futuros violinistas só poderam entrar no recinto quando ouviram musica. Tudo a postos?


"Aqui só se pode cantar!", avisa Rita aos seus meninos. "Quem não falar a cantar perde o jogo!". E é assim que cumprimenta todos os seus músicos.


Anabela é o apoio de Rita na aula. A assistente ajuda a cantar e ajustar o material.


A nossa formadora começa por apresentar o violino e mostrar o som que dele vem.


Neste atelier conhece-se a fundo este instrumento clássico. Para além do som explorou-se o toque da madeira, das cordas, do arco... e até mesmo o cheiro do violino.


Depois de dar uso aos sentidos, os nossos futuros violinistas experimentam movimentar o instrumento. Primeiro com um a fingir...


Depois com um a sério...


Finalmente o atelier culminou num pequeno concerto, uma surpresa dos pequenos músicos para os seus pais.


sexta-feira, abril 11, 2008

Teatro de volta ao Centro

Depois do "Rambóia", o grupo de teatro de funcionários do Centro, sobem agora ao palco os seniores, já com 17 anos nestas andanças, com uma peça dividida em cinco contos tradicionais.

Assim, no dia 18 de Abril, às 15h00 venha encantar-se com estas histórias, algumas com ligeiras adaptações, bem ao gosto do nosso encenador por excelência, Agostinho Velez.

A Carochinha vai então voltar a tentar achar o seu marido, o Capuchinho Vermelho continua na sua demanda pela avó doente, a Galinha dos Ovos de Ouro aprende o quão duro é ser uma fonte de riqueza, o pão da Rainha Santa Isabel volta a transformar-se em rosas, e um barqueiro tem de lidar com problemas de espaço.

Esperamos por si!

terça-feira, abril 08, 2008

Curso de Grafologia - traçar a personalidade através da escrita

O Centro recebe um workshop de Grafologia desde 18 Fevereiro. A formadora "eleita" para o papel é Margarida Macedo, também ela responsável por leccionar um curso de Cozinha Vegetariana.
A mesa de trabalho fica sempre totalmente preenchida pelos livros da especialidade e pelos textos que os alunos de Margarida estão a analisar.

Ninguém conhece os autores dos textos excepto Margarida. A formadora diz que a falta de proximidade com os autores dos escritos é fundamental para uma análise objectiva. Analisar a própria grafia ou de algum familiar ou amigo próximo é um processo muito difícil e mais falível.

As aulas decorrem das 19h às 20h30 todas as segundas feiras até um total de vinte aulas. A maioria dos alunos diz ter começado o curso por curiosidade, não pretendendo seguir uma profissão relacionada com a grafologia. Contudo, em alguns casos o curso pode "dar uma mãozinha" na profissão.

Mas afinal o que é a grafologia? Trata-se de uma técnica que traça o perfil de uma pessoa através das características da sua escrita.

Não sendo considerado um saber exacto, Margarida diz que a grafologia se aproxima mais das ciências humanas. “É um ramo da Psicologia” salienta, ressalvando que já ganhou um pouco mais de espaço dentro da área.

Ainda não está prevista data para o início de um novo curso, mas o sucesso deste deverá possibilitar uma nova vaga de alunos. Informe-se no centro!

segunda-feira, abril 07, 2008

"Rambóia" em estreia

O nosso salão polivalente foi pequeno para receber as dezenas de pessoas que quiseram acompanhar a primeira peça do grupo de teatro Rambóia, formado pelos funcionários do Centro Comunitário.

Ainda mal o ponteiro do relógio batia nas 21h, já a sala abria para que o público se acomodasse. As cadeiras foram rapidamente preenchidas enquanto que, nos bastidores, os nossos actores tentavam lidar com o nervoso miudinho dos últimos minutos. O ambiente era animado, mas também agitado, pela perspectiva de sala cheia.

De volta à plateia, surgiram finalmente as três batidas no soalho, características destas andanças. O público foi silenciando aos poucos. As cadeiras não chegaram para tanta gente. Lá atrás, as pessoas acumularam-se, assim como a sua curiosidade em relação a uma peça que manteve o “suspense” até ao último minuto. A cortina verde abriu-se lentamente…


Teodoro é o chefe de uma família muito peculiar. Genoveva, a esposa, é a típica “tia”, sempre com vontade de gastar dinheiro com compras desnecessárias. A filha, Rita, é uma adolescente “difícil”, sempre vestida de preto, com um namorado diferente todas as semanas. A Gracinha é a empregada conservadora que serve de consciência à família. Lourdes é a vizinha chata que aparece nas piores alturas para “pedir um litro de leite emprestado”.

O resto do elenco passa ainda pelo Ruca, o namorado “punk” de Rita; Mendonça, o produtor de eventos; a D. Gertrudes, a mãe de Genoveva; a Dra. Emengarda, a médica de Teodoro e ainda, o estafeta de serviço.

É esta a receita “bombástica” para uma horita de gargalhadas e sorrisos de satisfação. “Uma Verdadeira Comédia” é uma peça com texto original de Agostinho Velez. O final da peça foi presenteado com um bolo.


Encenador: Agostinho Velez

Elenco:

Jorge Dias - Teodoro

Marta Pereira - Genoveva

Rita Almeida – Rita

Zulmira Pechirra - Lourdes

Emídia Borges – Gracinha

Filipe Silva – Ruca

Alberto Cordas - Mendonça

Vanessa Pratas – D. Gertrudes

Carla Pereira – Dra. Emengarda

Amadeu Duarte Ferreira – Estafeta

Apoio: voluntário Carlos Sousa


sexta-feira, abril 04, 2008

O Centro em verso




Da terra emana vida adormecida,

Árvores, flores dão cor e alegria

O vento acalma o mar – dá-lhe magia,

Trazendo consigo a calma esquecida.


A manhã acorda clara,

Ouvem-se várias chilreadas no ar.

Chegou a Primavera que sara

O frio, os ventos que vêm do mar.


Os dias brilham no seu esplendor,

agitando o murmúrio das ruas de gente,

As noites que crescem e ao seu redor

Descansam os infames as suas mentes


Patrícia Praia

segunda-feira, março 31, 2008

Workhops Diego Parra Duque

Em Maio, o Centro Comunitário vai receber dois workshops de Diego Parra Duque. Nos dias 3 e 4 vai ser explorado o tema "Criatividade", com o objectivo de se desenvolver as capacidades criativas de cada um. Já nos dias 10 e 11 abordar-se-á a "Stand Up Comedy", com o intuito de estudar os principais elementos do humor, para que os mesmos possam ser aplicados ao trabalho diário de humoristas, actores, entre outros. As formações vão decorrer das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.



Inscreva-se já na secretaria! A taxa de participação é de 40€ por cada um dos workshops.

quinta-feira, março 27, 2008

Grupo de Teatro Rambóia estreia-se a 4 de Abril



O grupo de teatro constituído por funcionários do Centro Comunitário vai estrear a sua primeira peça no salão polivalente do centro, no dia 4 de Abril, a próxima terça-feira, às 21h30. A peça chama-se "Uma Verdadeira Comédia" e é a primeira escrita integralmente por Agostinho Velez. Não perca!

terça-feira, março 25, 2008

Venha almoçar no Centro

A partir de Março o Centro passou a ter um serviço de almoços aberto à população. Por 5€50 pode vir encher a barriga com os nossos petiscos. Basta comprar a respectiva senha na secretaria. Se não gostar do menu do dia existe a possibilidade de pedir uma alternativa.
Venha provar as iguarias da nossa cozinha!

Violinos em Festa


O Centro vai voltar a receber o atelier de violinos orientado para os mais novos. Em duas sessões de hora e meia (às 11h e às 15h) um violinista leva crianças dos cinco aos dez anos a visitarem o mundo da música clássica. Inscreva os seus filhos na secretaria.

Corridas de carrinhos trazem “papás” ao Centro

O dia dedicado aos "papás" foi celebrado no Centro Comunitário com corridas de carrinhos de rolamentos assim bem à moda antiga. A chuva fez mudar os planos, e uma pista improvisada foi montada dentro do salão polivalente do centro.

Aos poucos, os pais foram chegando e experimentando o circuito de jogos tradicionais que os recebiam.

Primeiro uma “jogatana” de malha, onde almofadas substituíam a tradicional malha de ferro.

Depois foi ver quem fazia mais pontos lançando discos para dentro de um caixa de madeira, com vários buracos.

Finalmente o “sprint” em carrinhos de rolamentos. Um simples, um com uma almofadinha e a grande inovação: um com um confortável sofá.

Finalmente jogava-se o já não tão tradicional bowling. Toca a derrubar os pinos!

O final do percurso era premiado com um troféu de cartão e um diploma que certifica terem estado presentes os melhores pais do mundo!

Foi assim que se transformou uma tarde triste e cinzenta em gargalhadas, abraços e algumas quedas.